Escrevivendo e Photoandando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.

Roland Barthes

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«Ao lermos uma novela ou uma história imaginamos as cenas, a paisagem, os personagens, dando a estes uma voz, uma imagem física. Por isso às vezes a transposição para o cinema revela-se-nos uma desilusão. Quando leio o que a Maria do Mar me escreve(u) surge perante mim a sua imagem neste ou naquele momento da nossa vida, uma pessoa simples, encantadora, gentil e delicada.»

Victor Nogueira

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Campos do Alentejo (1)

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Fotografias de Victor Nogueira
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Quarta-feira, 8 de Agosto de 2007

Campos do Alentejo (1)







1 comentários:
De Amor e de Terra disse...

É belo o Alentejo, na sua lonjura às vezes loira que chega a doer cá dentro...
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outras vezes os tons glaucos da paisagem, chamam o nosso olhar para o perderem na contemplação da vastidão imensa que é tela, fotografia ou voo de milhano ou sonho, quase impossível...
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E dá saudade, não sei de quê e lágrimas não sei por quem...

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Maria Mamede

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1 comentário:

Maria, Simplesmente disse...

O meu Alentejo profundo, mais verdadeiro que este actualmente descoberto pelos estrangeiros e modificados pelos vinhais, que em parte lhes trouxe mais vida e empregos, não é planície mas sim montes e vales, isolamento total e que conserva bem, esse sim, o espiríto alentejano, com uma evolução mais lenta mas mais humana.
Claro que há regiões do litoral onde a evolução foi mais rápida.
A evolução não se compadece de ninguém. O futuro é já, cada vez menos se pode esperar, ou ter ilusões.
Bj
Maria