Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)

«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Lewis Hine - vida e obra




















































Lewis Hine

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

"Há trabalhos que beneficiam crianças e há trabalhos que trazem benefícios apenas aos empregadores. O objetivo de empregar crianças não é treiná-las, mas tirar altos lucros de seu trabalho." Lewis Hine 
.
Lewis Hine lecionava em Nova York. Não se conformava com o trabalho infantil, sendo assim, deixou giz e quadro-negro de lado e virou detetive. Trocou a cidade grande pelo interior do país para fotografar jovens (crianças e adolescentes) trabalhando em condições grotescas por muito pouco abono.
.
Lewis Hine usava de sua esperteza para invadir fábricas de forma sutil. Para poder fotografar, inventava uma desculpa para entrevistar as crianças. Escondia em um dos bolsos a câmera e fingia tomar notas com um bloquinho. Suas fotos não admitiam artifício ou trapaça alguma. O processo era natural e o resultado deveria representar fielmente a realidade que havia visto. Os dados estatísticos obtidos e exposições fotográficas foram usados como armas para sensibilizar a opinião pública norte-americana.
.
Lewis Hine é tido como um dos mestres da fotografia americana. O reconhecimento veio muito tempo depois de sua morte. Assim como as crianças que fotografou, Hine morreu sem reconhecimento.

Biografia

Lewis Wickes Hine, sociólogo Norte-Americano, nasceu em Oshkosh, Wisconsin, no dia 26 de Setembro de 1874. Estudou Sociologia em Chicago e Nova York (1900-07) antes de achar trabalho na Escola de Cultura Ética (Ethical Culture School). Hine, que comprou sua primeira câmera em 1903, aplicou suas fotografias em seu ensino e estabeleceu o que ficou conhecido como Fotografia Documental. Dedicou-se à fotografia em 1905 a fim de divulgar a miséria dos imigrantes europeus. Em 1908, continuou seus estudos sociológicos com fotografias de trabalhadores metalúrgicos de Pittsburg. Hine expôs à opinião pública as péssimas condições de trabalho, campanha que teve como resultado a aprovação da lei de trabalho infantil.
.
Hine também usava sua câmera pra capturar a pobreza que testemunhava em Nova York. Isso incluía um estudo fotográfico sobre os imigrantes de da Ilha de Ellis. “A emigração para os Estados Unidos ofereceu a alguns fotógrafos uma rara oportunidade de poder ver a terra da promissão e liberdade atraindo para si os famintos e desabrigados da Europa. Para Lewis Hine, [...], a oportunidade serviu pra mostrar como, na realidade, milhões de emigrantes terminaram vivendo marginalizados em cortiços superpovoados em Nova York, Chicago e Filadélfia, ganhando miseráveis salários, em empregos onde eram praticamente escravizados.” (Busselle, Michael. Tudo sobre fotografia. 11ª reimpressão da 1ª edição de 1979.Thomson Pioneira. Pg.167).
.
Em 1908, Hine publicou “Charities and the Commons” (Caridades e os Comuns), uma coleção de fotografias de trabalhos abusivos nas construções de prédios. Hine esperava que pudesse usar essas fotografias para trazer uma reforma social.
.
Como professor, Hine era especialmente um crítico no que dizia respeito às leis de trabalho infantil. Embora alguns estados tivessem decretado uma legislação para proteger jovens trabalhadores, não havia leis nacionais para lidar com esse problema. Em 1908 o Comitê Nacional do Trabalho Infantil contratou Hine como seu detetive e fotógrafo, onde trabalhou por oito anos. Isso resultou em dois livros no assunto, “Child Labour in the Carolinas” (1909) e “Day Laborers Before Their Time” (1909). Em 1909, publicou o primeiro artigo sobre crianças trabalhando em risco. Nessas fotografias, a essência da juventude perdida presente nas faces tristes e até raivosa de seus objetos. Algumas de suas imagens, como essa da garota olhando para fora da janela, estão entre as fotos mais famosas já tiradas.
.
Hine viajou pelos Estados Unidos tirando fotos de crianças trabalhando nas fábricas. Em um período de um ano, ele cobriu mais de 19.300 km. Diferente dos fotógrafos que trabalharam pra Thomas Barnardo, médico e missionário americano que abrigava crianças de rua, Hine não tentou exagerar na pobreza desses jovens. As críticas a Hine diziam que as fotos dele não eram chocantes o bastante. Porém, Hine afirmou que as pessoas preferiam se juntar à campanha se achassem que as fotografias capturavam com clareza a realidade da situação.
.
Os donos das fábricas às vezes não permitiam que Hine fotografasse e acusavam-no de investigar e expor suas fotos. Pra ter acesso, Hine escondia sua câmera e fingia ser um inspetor de incêndio. Assim, capturava fotos reveladoras sobre o verdadeiro funcionamento de tantas fábricas dispostas por todo o território dos Estados Unidos. Hine disse em uma audiência: "Talvez vocês estejam cansados de fotos de trabalho infantil. Bem, nós também estamos, mas nós propomos fazer vocês e o resto do país ficar tão enjoados desse trabalho que quando a hora (de lutar) chegar, o trabalho infantil será apenas registros do passado.” Em 1916, o Congresso passou uma legislação de proteção à criança. Como um resultado do Ato de Keating-Owen, restrições foram colocadas no emprego de crianças com idade igual ou abaixo de 14 anos em fábricas e lojas.
.
Após o sucesso de sua campanha contra o trabalho infantil, Hine trabalhou para a Cruz Vermelha durante a Primeira Guerra. Isso o levou à Europa onde fotografou as condições de vida dos franceses e belgas, que sofriam com os impactos da Guerra.
.
Nos anos 20, Hine apoiou uma campanha de estabelecimento de leis mais seguras para trabalhadores. Hine escreveu mais tarde: "Eu queria fazer algo positivo. Então disse a mim mesmo, ‘Por que não fotografar o trabalhador trabalhando? O homem no trabalho? Na época eles eram tão desprivilegiados quanto as crianças’”.
.
Em 1930-31 registrou a contrução do Empire State Building que mais tarde foi publicado em um livro, “Men at Work” (Homens no trabalho) (1932). Nos anos 30 os jornais já veiculavam fotografias e havia o interesse crescente por temas sociais. Após isso, a Cruz Vermelha mandou que fotografasse as consequências da seca em Arkansas e Kentucky. Ele foi também contratado pelo Tennessee Valley Authority (Autoridade do Vale do Tenessee) (TVA) pra registrar o prédio das represas.
.
Hine tinha dificuldade pra ganhar dinheiro a partir de suas fotografias. Em Janeiro de 1940, perdeu sua casa após deixar de pagar o “Home Owners Loan Corporation” (Corporação de Empréstimos pra Proprietários de Casas). Lewis Wickes Hine morreu extremamente pobre 11 meses depois, no dia 3 de Novembro de 1940.
.
Mesmo que fosse tão comum haver tanta injustiça social, mesmo que a maioria de pessoas estivessem acostumadas com esses problemas, e mesmo que até os próprios operários estivessem à vontade em tal situação, dado o contexto, o fotógrafo tinha a intenção de fazer uma denúncia social. Caso a foto seja do próprio Lewis Hine, essa intenção tornava-se explícita, principalmente sabendo que Hine dedicou sua vida às causas sociais por quais se sensibilizava.

Lewis Hine e a Fotografia

Hine passou grande parte da sua vida registrando cenas que para a sociedade atual seriam inaceitáveis. O contexto daquela época (anos 10, 20) carregava consigo uma série de injustiças, especialmente no que dizia respeito aos imigrantes e às crianças. Trabalhavam em condições terríveis e não eram bem recompensados, e visto por Hine isso deveria mudar de uma vez por todas.
Suas fotos passavam grandes significados. Ele capturava expressões nos rostos dos trabalhadores que traduziam a realidade daquelas pessoas de maneira transparente. Dizia: “Se eu pudesse contar uma história com palavras, não precisaria andar com uma câmara”.
.
Fazia uso de lentes normais, pelo seu pequeno porte, pra que não chamasse atenção, especialmente quando fotografava vários meninos e meninas juntos. Os planos variavam entre plano aberto, quando desejava contextualizar seus objetos de fotografia, plano médio, para fotos em conjunto enfocando os rostos de seus objetos, e plano próximo, para fotos individuais.
.
A maioria de suas fotos era frontal, uma vez que seu grande objetivo era capturar a expressão nos rostos dos trabalhadores, mas também usava ângulos diferentes pra criar uma perspectiva mais interessante (como mostrar a máquina e assim deixar claro qual era a função de certa pessoa). Ao fotografar, achava importante estar sempre no nível de quem fotografava (percebe-se que há grande simetria, nunca há chão demais nem teto demais, só quando necessário para a composição, e seus “modelos” eram centralizados com precisão).
.
Pelo que podemos perceber em seu trabalho, não havia manipulação, até porque essa era uma de suas crenças (também uma regra). Para ele, a imagem só tinha credibilidade quando não havia sequer um tipo de manipulação, seja na cor, no contraste, ou o que fosse. Ao referir-se sobre suas fotografia usava a palavra “crua”, que é auto-explicativa.
.
Ao compor a foto, Hine era muito cuidadoso. Apesar da vontade de ser discreto, enquadrava as máquinas de maneira sutil, para que mesmo quando desfocadas (pois o foco estaria sempre nos trabalhadores) as máquinas parecessem nítidas e descrevessem o lugar onde sua câmera, ou melhor, lentes, congelavam com sentimento de justiça seu objeto de estudo e trabalho.
.
Durante sua existência, caminhou por grande parte dos Estados Unidos da América fotografando pessoas, e o fazia por elas, para denunciar algo que o incomodava de maneira tal que dedicou sua vida a isso. Suas fotos contribuíram para que leis de proteção aos jovens fossem criadas, e que houvesse melhoria nas condições de trabalho para o resto dos cidadãos (os que também viviam em um regime de “semi-escravidão”).
.
A nobreza de Hine garantiu que, naquele país que viria futuramente ser uma potência mundial, crianças não fossem mais exploradas em favor do lucro, nem imigrantes trabalhassem por menos e em condições perigosas, e assim essas injustiças passassem a ser apenas fotografias de uma história americana, e exemplo para o resto do mundo.

Bibliografia
.
- Busselle, Michael. Tudo sobre fotografia. 11ª reimpressão da 1ª edição de 1979.Thomson Pioneira. Pg.167.
.
- Fotografias de Lewis Hine:
- Fotografia de Trabalho Infantil:
- Biografia:
- Fotografias de Lewis Hine:
- Biografia:

.
.

Evora Alentejo Portugal


.
.
Technosols — 1 de Fevereiro de 2007 — Visite a capital do Alentejo
.

.
.
pravasco — 28 de Fevereiro de 2007 — Évora
.
.

.

chocapikelias — 26 de Dezembro de 2007 — Evora dvd trailer
.
.

domingo, 6 de junho de 2010

Morreu o fotógrafo britânico Brian Duffy

Duffy (à direita, ao lado do escritor Len Leighton e da 
modelo Paulene Stone, em foto de 1966 
Duffy (à direita, ao lado do escritor Len Deighton e da
modelo Paulene Stone, em foto de 1966
(Foto: Divulgação/Life Magazine)

  Karen Koltrane Radio 
.


Morre Brian Duffy, fotógrafo famoso por clicar David Bowie, John Lennon, Black Sabbath e Blondie.

Um dos trabalhos mais famosos de Brian Duffy a capa do álbum 
Aladdin Sane de David Bowie
Um dos trabalhos mais famosos de Brian Duffy a capa do álbum Aladdin Sane de David Bowie
.
O fotógrafo inglês Brian Duffy, que ficou famoso nos anos 60 por clicar celebridades como Blondie, Black Sabbath e John Lennon.
 
Duffy faleceu, aos 76 anos, em decorrencia de uma doença pulmonar.
 
Brian Duffy estreou na carreira de fotógrafo em 1957 na revista Vogue britânica e também trabalhou para a Elle de Paris.
 
Nos anos 60, Duffy junto com David Bailey e Terence Donavan formavam "The Black trinity", um trio de fotógrafos bastante conhecido por fotografar modelos, atores e músicos famosos.
 
Duffy fez dois calendários da Pirelli e fotografou para tres discos de David Bowie, sua foto mais famosa é a capa do disco Aladdin Sane.
 
Em 1979, Duffy virou notícia após surtar e queimar boa parte de seus neativos em seu quintal.

Autor: Juliana Queiroz
Publicada em: 06/06/2010

http://www.karenkoltraneradio.com/index/noticias/noticia/287
.
.
_____
.

O Globo

Fotógrafo inglês Brian Duffy morre aos 76 anos
.
Plantão | Publicada em 05/06/2010 às 14h16m
O Globo
Brian Duffy - 
Reprodução / Site oficial
Foto tirada por Brian Duffy para a capa 
do disco Alladin Sane, de David Bowie - Reprodução
RIO - O fotógrafo inglês Brian Duffy, cujas imagens capturaram o espírito dos anos 1960, morreu na noite de segunda-feira, aos 76 anos. Segundo informações divulgadas neste sábado pela imprensa internacional, ele sofria de doença pulmonar degenerativa. Duffy foi um dos poucos fotógrafos a fazer dois calendários Pirelli e, em 1979, seu nome ganhou o mundo ao queimar parte de seu trabalho em uma fábrica de celulose. 
.
Juntamente com os fotógrafos David Bailey e Terence Donovan, Duffy ficou tão famoso quanto os modelos, músicos e estrelas de cinema com quem trabalhou. Nascido em Londres, ele estudou desenho na Escola de Arte Saint Martin e, em 1955, começou a trabalhar para a Harper's Bazaar - onde teve seu primeiro contato com a fotografia. 
.
Duffy também trabalhou com publicidade, incluindo duas campanhas premiadas da Benson & Hedges e da Smirnoff nos anos 1970. Ele realizou retratos de artistas como Blondie, Black Sabbath e John Lennon, e fotografou para três discos de David Bowie, incluindo "Aladdin sane". Duffy deixa mulher, dois filhos e duas filhas. 
.
.
http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2010/06/05/fotografo-ingles-brian-duffy-morre-aos-76-anos-916794211.asp
.
.
_____
.
.

DUFFY PHOTOGRAPHER

 - DUFFY. PHOTOGRAPHER. 1933 - 2010. All Images displayed in this. By entering this website you. ENTER. To view this website you. flashlogo ...
.
.

Brian Duffy - Photography

 - A selection of images covering various subjects, including still life, travel, landscapes, animals, and people.
.
.

Imagens de Brian Duffy





.
.

sábado, 5 de junho de 2010

FOTOGRAFIA Arte em preto e branco

  04/06/2010 | N° 10757Alerta

Fotógrafos de todo o Brasil se reúnem neste fim de semana em Caxias para a Bienal de Arte Fotográfica Brasileira em Preto e Branco, que exibe 120 imagens até 2 de julho

Caxias do Sul – A partir de hoje, a cidade recebe a XXVI  Bienal de Arte Fotográfica Brasileira em Preto e Branco, uma das mais importantes exposições do gênero do país, promovida pela Confederação Brasileira de Fotografia (Confoto) e organizada pelo Clube de Fotografia de Caxias do Sul, que completa 30 anos em 2010. A mostra já passou por cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Londrina e Blumenau.

O vernissage ocorre amanhã, às 20h, na Galeria Municipal de Arte Gerd Bornheim. Foram 2.094 imagens enviadas de 39 fotoclubes de 11 Estados. Destas, 120 foram escolhidas para compor a exposição, que terá visitação até o dia 2 de julho. Na noite de sábado também ocorre a premiação das três melhores fotografias e a entrega de 17 menções honrosas para fotos-destaque.

– Na fotografia em preto e branco nós temos elementos mais sutis para analisar, como a luz, a sombra. Estamos acostumados a ver fotografia colorida, e não a perceber a beleza do preto e branco. Além disso, aproximarmo-nos do PB significa recuperar processos em extinção em função da fotografia digital – explica Alexandre Santos, um dos jurados.

O presidente da Confoto, Sidney Luis Saut, explica que a Bienal de Caxias do Sul já é um sucesso devido ao número recorde de fotos enviadas. Na última edição da mostra, em 2008, foram inscritas cerca de 1,3 mil imagens, quase mil a menos que neste ano. Saut afirma que dentre os eventos de fotografia, os segmentados em imagens PB são os mais importantes.

– O mundo inteiro mantém essa categoria como uma fotografia clássica. É o segmento mais difícil de se trabalhar, porque só se usa as tonalidades preto e branco, com a intermediária, que é o cinza. E fazer arte com esses dois tons não é fácil – diz Saut.

De acordo com o presidente do Clube do Fotógrafo de Caxias do Sul, Adriano Soldatelli, é esperada a visita de cerca de 100 profissionais de todo o Brasil. Ele destaca a importância da troca de conhecimentos que o evento proporciona:

– Hoje, a maioria dos fotógrafos não pensa mais a foto em preto e branco. Ele faz a foto a cor e, depois, com os programas digitais que são oferecidos, produz uma foto sem cor. Mas ainda temos membros do clube que gostam de sair com o seu filme e fotografar em PB. É o romantismo, a arte mais pura.

PIONEIRO.com

Confira galeria de Fotos da Bienal de Arte Fotográfia Branco e Preto

louise.pierosan@pioneiro.com
LOUISE PIEROSAN|Especial para o Pioneiro
Exposição
Outra exposição em cartaz é No Tempo dos Trilhos, promovida pelo Clube do Fotógrafo de Caxias.
.A mostra ocorre na Galeria em Transição, no Teatro Moinho da Estação (Augusto Pestana, s/nº). Visitação das 17h às 20h30min.
 

Multimídia

_____
.

 

XXVI Bienal Brasileira de Arte Fotográfica em Preto e Branco

04 de junho de 2010 | N° 16356 - Zero Hora - EVENTOS

BIENAL DE FOTOGRAFIA EM CAXIAS DO SUL

De hoje a domingo, Caxias do Sul sedia uma das mais importantes mostras fotográficas do país, a XXVI Bienal Brasileira de Arte Fotográfica em Preto e Branco. O evento, montado na Galeria de Arte Gerd Bornheim da Casa da Cultura (Dr. Montaury, 1.333), conta com 120 fotografias de artistas filiados a fotoclubes de todo o Brasil. As imagens, que foram selecionadas por uma banca que avaliou mais de 2 mil trabalhos, ficam em exposição de hoje a 7 de julho, disponíveis para visitação de segunda a sexta, das 8h30min às 18h, e sábado, das 10h às 16h, com entrada franca. A abertura oficial da bienal será amanhã, com a premiação dos artistas vencedores, na Casa de Cultura, a partir das 20h. O evento é uma promoção da Confederação Brasileira de Fotografia e do Clube do Fotógrafo de Caxias do Sul. Neste final de semana, serão realizadas ainda uma série de atividades com os fotógrafos visitantes, como jantares, roteiros turísticos e apresentações artísticas. Mais informações pelo site www.fotoclubecaxias.com.br/bienal.
.
.
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2925405.xml&template=3898.dwt&edition=14821&section=998
.
.


Bienal Brasileira de Arte Fotográfica em Preto e Branco

Li na Coluna 3por4, e também recebi e-mail de Celso Tissot, membro do Clube do Fotógrafo de Caxias do Sul: A cidade de Caxias do Sul sediará a XXVI Bienal Brasileira de Arte Fotográfica em Preto e Branco, uma iniciativa que só valoriza ainda mais a respeitada escola de fotografia Gaúcha.
.   
A Bienal de Arte Fotográfica será de 04 a 06 de junho próximo, programe-se. Imagens de Joel Jordani, excelente fotógrafo, único, que se foi este ano, ilustram as páginas e os cartazes. Entre aqui na página. Abaixo o painel de divulgação, com 33m, bela sacada, está exposto no Largo da Estação Férrea.
.
Foto - Lucas Fagundes  Arte do Grafite - Fábio Panone.

    .
    .
    _____
    .
    .
    .
    .

    sexta-feira, 4 de junho de 2010

    O SON DO AR - Luar Na Lubre


    .
    .
     Mhorghan — 4 de Janeiro de 2008 — Composta por Bieito Romero é unha das cancións máis emblemáticas do grupo galego Luar Na Lubre.
    .
    .

    Fotógrafo alemão homenageia 50 anos de Brasília

    Por Thales Sabino em 03.06.2010 : : 17h44
    . 
    catedral
    .
    O Espaço Cultural Contemporâneo – ECCO – se juntou a Embaixada da Alemanha para a exposição “Brasília 50 anos de uma Utopia Moderna”. A parceria mostra o trabalho do fotógrafo alemão Thomas Kellner, que expõe um trabalho inédito sobre a arquitetura de Brasília e Oscar Niemeyer.
    .
    A iniciativa faz parte da comemoração aos 50 anos de Brasília e fica em cartaz até o dia 25 de julho. Foram cinco anos de trabalho para chegar ao resultado final dessa exposição. A mesma galeria que sedia a exposição irá receber o evento de entrega do Troféu Finíssimo, em julho.
    .
    ABU
    .
    E também no Ecco, a peça de teatro “Antônio – De Tua tão necessária poesia” com a atuação de Clarisse Abujamra. O espetáculo é na verdade uma coletânea de histórias da atriz, sempre cercadas por ‘Antonios’. Junto com a peça, quem fica em cartaz apenas nos dias 6 e 7 de junho, acontece o lançamento do terceiro livro de Clarisse Abujamra, o “Na Artéria”.
    .
    A nova obra tem Clara como personagem principal e sua busca em relembrar momentos marcantes de sua vida. Autógrafos sempre após o espetáculo, no próprio espaço ECCO.
    .
    : : Brasília 50 anos de uma Utopia Moderna
    Espaço Cultural Contemporâneo – ECCO
    SCN Quadra 3 Lote 5 (ao lado da concessionária Jorlan) Site: www.eccobrasilia.com.br 
    .
    : : “Antonio – de tua tão necessária poesia”
    Contato e reservas: 61.33272027 ramais 20, 29 ou 31 ou 99642103
    Data: 06 e 07 de junho, às 20h
    .
    .
    http://finissimo.com.br/blogdoeditor/2010/06/03/fotografo-alemao-homenageia-50-anos-de-brasilia/
    .
    .

    terça-feira, 1 de junho de 2010

    Muxima - Duo Ouro Negro


    .
    .
    Vucarely — 11 de Março de 2009 — Ao recordar o saudoso Ouro Negro, com a sua canção emblemática, saúdo a Cidade de Benguela Angola, onde vivi belos anos, e onde me nasceram os filhos e a quem dedico este vídeo, todo ele com paisagens da cidade e suas práias e arredores. Um abraço Américo
    .
    . 
    .
    .
    Muxima ue ue, muxima ue ue, muxima
    Muxima ue ue, muxima ue ue, muxima

    .
    Se uamgambé uamga uami
    Gaungui beke muá Santana
    .

    Muxima ue ue, muxima ue ue, muxima
    Muxima ue ue, muxima ue ue, muxima
    .

    Se dizes que sou feiticeiro
    Leva-me então a Santana

    .
    Kuato dilagi mugibê
    Kuato dilagi mugibê
    Kuato dilagi mugibê
    Lagi ni lagi kazókaua
    .

    Muxima ue ue, muxima ue ue, muxima
    Muxima ue ue, muxima ue ue, muxima
    .
    .
    http://www.lyricstime.com/duo-ouro-negro-muxima-lyrics.html
    .
    .