2026 04 19 Mural em Caracas (Venezuela) de homenagem a Simón Rodríguez, Comandante Chávez e Nicolás Maduro
🎨🚩 MURAL PELA LUTA POPULAR! (2026) 📢 A pátria não se vende, a pátria se defende!
Na Escola Nacional Robinsoniana da Frente Francisco de Miranda foi inaugurado um grande mural em homenagem a Simón Rodríguez, Comandante Chávez e Nicolás Maduro, referências que seguem guiando o caminho revolucionário.
✊🏽A ação contou com a participação de militantes do MST, com a contribuição dos artistas populares Tarcisio Leopoldo (@tarcisio.lepoldo) e Miguel Guerra (@soymiguev), além da comunidade local e dos Lutadores Sociais Bolivarianos. (https://www.instagram.com/p/DOWjJGOAWdu/)
«Este mural em Orgosolo é uma obra de profunda carga emocional e política, servindo como um memorial às vítimas do Holocausto e um manifesto contra a guerra.
O que está escrito?
O texto reproduz o famoso poema "Scarpette Rosse" (Sapatinhos Vermelhos), escrito por Joyce Lussu (poeta, tradutora e militante antifascista italiana). Ela escreveu estes versos após visitar o campo de concentração de Buchenwald.
Texto no mural (italiano): "C'è un paio di scarpette rosse / numero ventiquattro / quasi nuove: / sulla suola interna si vede ancora la marca di fabbrica / 'Schulze Monaco' / c’è un paio di scarpette rosse / in cima a un mucchio di scarpette infantili / a Buchenwald"
Tradução para o português: "Há um par de sapatinhos vermelhos / número vinte e quatro / quase novos: / na sola interna ainda se vê a marca de fábrica / 'Schulze Munique' / há um par de sapatinhos vermelhos / no topo de um monte de sapatinhos infantis / em Buchenwald"
O que o mural representa?
O mural utiliza a poesia e a imagem para denunciar a atrocidade do extermínio nazista, focando na perda da inocência: O Contraste da Infância: Ao citar o número do sapato (24) e o fato de estarem "quase novos", o mural humaniza a estatística. Não estamos falando de números abstratos, mas de uma criança específica que mal teve tempo de usar seus sapatos antes de ser enviada para Buchenwald. Estética Cubista: As figuras à esquerda, com formas geométricas e fragmentadas, lembram o estilo de Picasso em Guernica. A imagem mostra uma figura materna que parece carregar ou proteger uma criança, simbolizando a dor e a resistência. A Marca da Banalidade: A menção à marca de fábrica ("Schulze Monaco") ressalta a "banalidade do mal" — como objetos cotidianos e o comércio industrial continuaram existindo enquanto vidas eram destruídas. Pacifismo: O símbolo da paz (☮) no canto superior esquerdo reforça o compromisso de Orgosolo com a memória histórica para que tais horrores não se repitam.
À esquerda da figura, na parte inferior (em um bloco vermelho), está escrita uma dedicatória à autora do poema.
O que se lê ali é: "A Joyce Lussu" 82-2002
O que isso significa?
A Joyce Lussu: É uma homenagem direta à autora do poema, Joyce Lussu (1912–1998). Ela foi uma figura fundamental na resistência italiana, escritora e uma grande defensora da cultura sarda. 8-2-2002: Esta data refere-se ao momento em que o mural foi realizado ou dedicado. É comum em Orgosolo que murais sejam pintados ou restaurados em datas que marcam aniversários de eventos importantes ou homenagens póstumas.
Curiosamente, Joyce Lussu era a esposa de Emilio Lussu (o autor da frase no primeiro mural que você enviou), formando um casal que é símbolo máximo da luta pela liberdade e justiça na Sardenha e em toda a Itália.
Este mural é um exemplo perfeito de como Orgosolo transformou suas paredes em um "livro de história" a céu aberto, mantendo viva a memória de Joyce Lussu e sua luta pelos direitos humanos.» (Google Gemini)~
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