
2026 03 11 - Mural da Brigade Ramona Parra - 'Chile' executado no edifício Dante da Umiversidade de Tilburgo, Alemanha, em 1979
«As Brigadas Ramona Parra pintaram murais em diversos países como forma de protesto contra a ditadura de Pinochet e em solidariedade com as lutas sociais. Este estilo específico é muito comum em Santiago do Chile, mas após o golpe de 1973, muitos membros no exílio pintaram murais semelhantes na Europa (como em Portugal, após o 25 de Abril, na Holanda e na Itália).
O mural utiliza uma linguagem visual de cores vibrantes e contornos negros espessos para narrar a luta do povo. Os elementos principais são: A Repressão: No lado direito, vê-se um soldado armado e uma coluna de tropas, representando a força militar e a opressão. O Sofrimento e a Luta: Ao centro e à esquerda, figuras humanas com expressões de dor e resistência. A figura feminina (à esquerda) e os rostos agonizantes simbolizam as vítimas da violência política. Símbolos de Luto: No canto superior esquerdo, pequenas cruzes sugerem um cemitério ou a memória dos que partiram (os "desaparecidos" políticos). Esperança e Dinamismo: As formas fluidas e orgânicas que percorrem o mural sugerem movimento e a ideia de que, apesar da dor, a história e a luta continuam em constante transformação.» (Coogle Gemini)

2026 03 12 - Mural perto do aeroporto, retratando a guerra civil em Maputo, Moçambique, a autoria do pintor moçambicano Malangatana Valente Ngwenya
2026 03 13 - Chile - Mural da Brigada Ramona Parra em San Bernardo, finais dos anos oitenta. Archivo Harvard
'Conta la dictatura pintaremos hasta el cielo'
2026 03 14 - Cuba (Havana) - Mural 'Del rio a lo mar' -
«Havana, 29 de novembro de 2025 - No Dia Internacional de Solidariedade com a Palestina , em homenagem ao seu povo heróico, aos estudantes, mulheres e crianças, aos poetas, escritores e artistas visuais, aos avós que já partiram, de Cuba, mais uma vez, o grito se ergueu nos muros: " Palestina Livre do rio ao mar". Na parede do emblemático Instituto Cubano de Pesquisas "Juan Marinello ", localizado na central Avenida Independencia (Boyeros) entre Bruzón e Lugareño na Plaza de la Revolución, foi criado o belo mural Palestina Will Bloom .Esta é a segunda obra de arte criada ali, como expressão de solidariedade ao povo palestino contra a ocupação e o genocídio de Israel.» (https://cubaenresumen.org/2025/11/30/por-amor-a-palestina)
2026 03 15 - Mural em Almada (Laranjeiro - Feijó) promovido pela Frente Antirracista em 2025 10 04
'Palestina independente'
2026 03 16 - Mural em Caracas AFP PHOTO - autor 2015 03 11 FEDERICO PARRA
'Imperialismo'

2026 03 17 - Mural em Caracas, Venezuela Foto Bruno Carvalho JN em 2025 12 20
"Mural colectivo no bairro 23 de Enero, em Caracas, Venezuela. Esta zona é um dos baluartes históricos do "Chavismo" e da Revolução Bolivariana, sendo famosa pelos seus murais que decoram as fachadas dos grandes blocos de apartamentos. A frase "De estas luchas venimos" (Destas lutas viemos) estabelece uma linha de continuidade entre as revoltas populares do passado e o governo atual.
O Combatente Central: A figura com o rosto coberto (passamontanhas) simboliza a resistência urbana e a prontidão para a defesa armada do bairro e da ideologia. Conflito com a Autoridade: À esquerda, veem-se figuras que representam a PM (Polícia Metropolitana) e a GN (Guarda Nacional). A imagem evoca momentos de repressão policial histórica (como o Caracazo de 1989) para justificar a organização popular atual. Simbolismo Revolucionário: À direita, uma figura armada segura a bandeira venezuelana, usando um colete onde se lê "Patria o Muerte" (Pátria ou Morte), o lema revolucionário adotado por Hugo Chávez." (Google Gemini)
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2026 03 18 .- Mural "Escravos Acorrentados", uma obra de Malagantana dedicada à guerra civil, perto do Aeroporto de Maputo, Moçambique. (Foto de F. Rigaud)
Este mural é uma obra emblemática do artista moçambicano Malangatana Ngwenya (1936–2011), um dos pintores mais influentes de África.
Localização: Situa-se em Maputo, Moçambique, na fachada do Museu de História Natural (antigo Museu Dr. Álvaro de Castro).
Autor: Malangatana Valente Ngwenya, conhecido simplesmente como Malangatana.
O que representa: O mural retrata a resistência e a luta contra o colonialismo e a escravatura. As figuras centrais aparecem a quebrar correntes, simbolizando a libertação do jugo colonial. O uso de elementos como o machado e as chamas (fogo) evoca a violência do passado colonial, mas também a energia e a força da revolta popular. O estilo é o característico "horror vacui" de Malangatana, onde o espaço é preenchido com figuras expressivas, olhos arregalados e bocas abertas que transmitem uma sensação de sofrimento, mas também de uma vontade indomável de liberdade. Esta obra faz parte de um conjunto de murais que Malangatana pintou após a independência de Moçambique (1975) para celebrar a identidade nacional e a memória histórica do país.» (Google Gemini)
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