Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)

«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973

domingo, 19 de dezembro de 2010

Brasil - Após se reinventar na última década, Leica abre a 1.ª loja exclusiva da marca no País

Início do conteúdo

A precisão alemã com um verniz de luxo


13 de dezembro de 2010 | 0h 00
 
Fernando Scheller - O Estado de S.Paulo
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Em 2000, quando Luiz Marinho assumiu a representação da marca alemã de fotografia Leica no País, a empresa estava em uma encruzilhada: na época, a preocupação era de que a máquina fotográfica, a preferida de Cartier-Bresson e Sebastião Salgado, perdia mercado para gigantes como Kodak e Cannon. Ícone da precisão técnica germânica, a Leica precisou de um verniz francês para recuperar o brio e abandonar a comparação com a concorrência, reinventando-se como produto de alto luxo.
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Os executivos da Leica - hoje controlada pela austríaca ACM Projektentwicklung - desconversam, mas a passagem do grupo francês Hermès no rol de acionistas da empresa, entre 2000 e 2006, foi vital na recuperação do negócio. Além de acalmar os credores da companhia, que vinha de sucessivos prejuízos, a "invasão francesa" ocasionou um "banho de loja" nos produtos. Segundo Marinho, tudo ficou personalizado: as caixas sisudas foram substituídas por embalagens elaboradas, enquanto alças de couro monocromáticas ganharam uma paleta de cores.
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Para chegar ao recorde de vendas previsto para 2010 - na primeira metade do atual ano fiscal, a Leica faturou 110 milhões, praticamente o dobro do resultado de igual período de 2009 -, a empresa também fez um severo reposicionamento de preços. Para cima: o representante da marca no País lembra que um modelo comercializado por US$ 1,9 mil nos EUA há dez anos hoje é vendido por US$ 5 mil.
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Exclusividade. Além de se retirar do varejo tradicional de equipamentos fotográficos, a Leica fez uma "limpa" em sites da internet que vendiam o produto abaixo do preço definido pela fábrica. Representantes ao redor do mundo, incluindo o brasileiro Marinho, foram orientados a buscar máquinas vendidas como "pechincha" e a arrematá-las para a matriz. Isso contribuiu para reforçar a aura de exclusividade ao produto.
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Depois de criar espaços exclusivos dentro de lojas multimarca, a Leica iniciou, há dois anos, uma estratégia de unidades padronizadas ao redor do mundo. Segundo Christian Erhardt, vice-presidente de marketing da empresa, hoje são 12 pontos de venda do gênero. E o primeiro do continente americano foi aberto na sexta-feira, no Shopping Cidade Jardim, símbolo do segmento de luxo em São Paulo.
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Um dos sócios da loja paulistana é Marinho, que deu o salto de representante a lojista da Leica no Brasil. Para garantir que o caráter aspiracional da marca se perpetue, ele se apoia numa lista de 500 colecionadores e em cerca de 3 mil interessados em fotografia que cadastrou ao longo dos últimos dez anos.
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É a partir desse público pequeno, mas de alto poder aquisitivo, que o empresário pretende formar clientela no País para os produtos que venderá - a câmera portátil mais barata da loja custará R$ 2,9 mil, enquanto a disputada S2 sairá por R$ 70 mil, sem contar o gasto adicional com lentes. Por causa da carga de impostos e taxas de importação, o preço do produto no Brasil será cerca de 30% superior, em média, ao praticado no exterior.
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Além dos aficionados e interessados, Marinho diz ter criado uma terceira categoria para alavancar vendas no País: os "clientes-símbolo". São fotógrafos de renome, como Bob Wolfenson, Pedro Martinelli, Daniel Klajmic e Márcio Scavone, que têm em seu portfólio trabalhos feitos com a Leica.
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Scavone diz preferir a Leica para ensaios mais pessoais pela "leveza" e "foco doce". Para Scavone, a série M da marca é uma máquina "puro sangue", feita para fotógrafos experientes: "O que se vê no momento da foto não é o que sairá no filme."
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Na visão do fotógrafo, porém, a Leica "patinou" para encontrar seu nicho no mercado digital. "Houve um casamento inicial com a Panasonic que não gerou filhos saudáveis", diz. Entretanto, a recuperação se deu em grande estilo. Para Scavone, o modelo digital M9, lançado ano passado, é um "objeto de desejo incrível". De acordo com Erhardt, isso se reflete nas vendas. Por conta da produção artesanal da empresa, a fila para receber o produto pode durar mais de um ano.
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Ao contrário das marcas "líderes" - a empresa agora evita o termo concorrentes -, a opção da Leica pelo processo artesanal deixa a produção mais lenta, especialmente quando o cliente opta por personalizar o equipamento (ao todo, são 4,5 mil itens adicionais disponíveis). "Todo o produto é feito à mão. Por isso, não conseguimos fazer câmeras aos milhares", diz Erhardt. 
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http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101213/not_imp652989,0.php
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sábado, 18 de dezembro de 2010

Brasil - Exposições Fotográficas

Sábado, 18 de Dezembro de 2010 - 
Jornal do Brasil

DIABO A QUATRO - E é com a intenção de desvendar o significado de jargões da língua portuguesa e transformá-los em imagens, que surgiu o projeto “O Estendal” (varal, em português laico), que está em sua terceira edição – já realizaram o “Por um fio” e o “Salve-se quem puder”. A ideia é apresentar um grupo de imagens sobre uma expressão comumente usada e abrir o imaginário de todos sobre o tema. Os fotógrafos que participam da exposição são convidados a mostrar o que pensam e como vêem aquela expressão. As fotografias são impressas em tecido que serão expostos - literalmente pendurados em varais aos olhos de passantes comuns. A ideia é levar a arte até o espectador, invadindo o seu caminho e ignorando os muros que separam as obras de arte do trajeto diário do seu público entre a sua casa e seu trabalho, por exemplo. Artistas: Ana Rodrigues, Daniel Chiacos, Karin Lerner, Kelly Lima, Fred Pacífico, Sílvio Moréia, Stella Mello, Marcelo Carrera, Guito Moreto, Tatiana Guinle e Henrique Andrade.  6ª, 17 de dezembro 
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Ateliê da Imagem, Av. Pasteur 453, Urca (2541-3314). Das 19h às 22h30 / sáb., 18 de dezembro – Praia Vermelha, Urca (2244-5660). Das 10h às 19h.
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Divulgação 
Na exposição 'Uma outra cidade', de Iatã Canabrava é exibido um ensaio nas periferias de várias metrópoles latino-americanas, como São Paulo, Belém, Lima, Caracas e La Paz Foto: Divulgação
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ERNESTO NETO / QUANDO A GENTE PARA, O MUNDO RODA – A exposição apresenta a fotografia projetada sobre a parede, mídia ainda não exibida pelo artista e imagens nunca mostradas antes em qualquer outro formato. São seis projeções, cada uma com 100 a 200 imagens. Ao invés de esculturas penetráveis, que atraem a participação e a intimidade do público, e com as quais se firmou no cenário  nacional e internacional, Neto aventura-se na fotografia, com olhar de pintor. Tanto assim que ele chama esta produção inédita de "pintura". 
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Galeria Laura Alvim, Av. Vieira Souto, 176, Ipanema (2332-2017). 3ª a dom., das 13h às 21h. Grátis. Até 13 março. A partir de 6ª, 17 dezembro, 19h
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IATÃ CANABRAVA / UMA OUTRA CIDADE – A exposição fotográfica, que levou mais de oito anos para ser concluída, conta com 18 imagens do livro homônimo e mostra um ensaio nas periferias de várias metrópoles latino-americanas, como São Paulo, Belém, Lima, Caracas e La Paz.  
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Galeria Zoom de Fotografia, Rua do Comércio, 5,  Centro Histórico, Paraty ((24)3371-2764). 6ª, sáb. e feriados, das 20h às 23h30 (ou por agendamento). Grátis. Até 27 de fevereiro. A partir de sáb., dia 18 de dezembro.
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http://www.jb.com.br/programa/noticias/2010/12/18/as-melhores-exposicoes-da-cidade/
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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Obras Lula Cardoso Ayres são foco de exposição no Mamam

14/12/2010 | 16h45  |  Fotografia



O Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães inaugura nesta quarta (15), às 19h, a exposição Olhar Guardado: Fotografias de Lula Cardoso Ayres. A mostra, com curadoria de Geórgia Quintas, revela parte do arquivo fotográfico de um dos maiores artistas plásticos pernambucanos e fica em cartaz até 30 de janeiro de 2011.

Mais conhecido por suas pinturas, murais, desenhos e por seu trabalho como designer gráfico, Lula Cardoso Ayres  (1910-1987) dedicou-se à fotografia como forma de documentação e expressão artística sobre temas que sempre o encantaram como as manifestações culturais (maracatu, bumba-meu-boi, caboclinho), o carnaval de rua com suas troças, retratos do povo pernambucano em seu contexto rural do engenho e de sua cidade.

Nesta exposição, o recorte reúne mais de 90 imagens, sendo 30 ampliações de época do acervo fotográfico do artista. Imagens que compreendem, principalmente, as décadas de 30, 40 e 50. Também farão parte da exposição folhas de álbuns, negativos, contatos e uma série de envelopes com os quais Lula Cardoso Ayres indexava e conservava seu acervo.

A obra fotográfica de Lula Cardoso Ayres é uma das mais expressivas nesse campo, por sua força plástica nas composições, mas sobretudo por seu olhar sensível à sua cultura. Lula Cardoso Ayres investigou com olhar de antropólogo e registrou com encantamento poético de artista sobre particularidades sociais e inquietações que ajudam a nos reconhecermos em nossa cultura.
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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

A Fotografia de Carlos Pinto Coelho




Bem vindo às fotografias de CARLOS PINTO COELHO, jornalista e autor/apresentador de um programa cultural diário de TV em Portugal, "ACONTECE". "A Fotografia é apenas um "hobby" para mim. Por isso não esperem que esta página mostre obras de mestre", diz Carlos Pinto Coelho, que tem 55 anos e é admirador incondicional das obras primas de Henry Cartier Bresson, Richard Avedon, Doisneau e do português José Manuel Rodrigues.

As fotografias de Carlos Pinto Coelho foram feitas em África, Macau, Tailândia, Brasil, México, E.U.A. e Europa - sobretudo Grécia, Espanha, França, Veneza e países Escandinavos. E, obviamente, Portugal, incluindo as ilhas dos Açores e da Madeira.

Esta página estará em construção permanente, pelo que pedimos que nos dê as suas opiniões utilizando o Livro de Honra. Ou mostre interesse por algum tema relacionado com as regiões referidas. Se calhar encontraremos algo interessante nos arquivos do Sr. Carlos Pinto Coelho.


AVISO: Algumas das páginas seguintes contêm fotografias artísticas com nus. Ao entrar neste site, declara que tem idade legal e desejo de ver este tipo de imagens, eximindo o proprietário deste site de quaisquer demandas legais.
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Ios - Grécia
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S. Cucufate - Vidigueira - Portugal
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São Tomé - Rep. São Tomé e Príncipe
Senhora Eva.
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Santa Bárbara de Nexe - Algarve - Portugal
Espelho de feirante.
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Museu da Imagem e do Som lança série com fotógrafos



Cultura

Fotografia
  13/12/10 às 22:42.
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O Museu da Imagem e do Som dá continuidade à Série Depoimentos, com o lançamento em DVD da “Coleção Fotógrafos” hoje às 18h, na Sala de Convivência da Secretaria de Estado da Cultura (rua Ébano Pereira, 240). Foram convidados 10 criadores de imagens que atuam há mais de 30 anos nas áreas da fotografia autoral, fotojornalismo e documental.
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O audiovisual relata a trajetória profissional e pessoal com entrevistas conduzidas pelo jornalista e fotógrafo Ricardo Muinõs Garcia e direção de Tiomkim.
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Os entrevistados são Carlos Roberto Zanello de Aguiar (Macaxeira), Orlando Azevedo, Vilma Slomp, João Urban, Nego Miranda, Alice Varajão, José Kalkbrenner Filho, Dico Kremer, Izabel Liviski e Humberto Utrabo. A “Série Depoimentos” iniciou em 2008 com registros de “Radialistas”.
Em 2009 foi a vez de “Artistas Populares”, numa parceria com a Sala do Artista Popular e em 2010 o destaque ficou com “Pioneiros da TV”, em homenagem aos 50 anos da televisão no Paraná. Segundo a diretora do MIS, Stefanie Freiberger, a edição atual da “Série Depoimentos” é um trabalho de pesquisa da memória audiovisual paranaense, que narra o histórico de renomados fotógrafos, cujas carreiras são reconhecidas nacional e internacionalmente. “Todo esse precioso registro está à disposição de pesquisadores, estudantes e público em geral, para consultas gratuitas no Museu da Imagem e do Som”.

Serviço
MIS lança DVDs com depoimentos de fotógrafos atuantes há mais de 30 anos no Paraná.
Local: Sala de Convivência da Secretaria de Estado da Cultura (Rua Ébano Pereira, 240, em Curitiba).
Daia: 14 (terça-feira).
Horário: 18h.
Entrada franca.
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http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20101214164517&assunto=175&onde=Viver
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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Happy Xmas (War Is Over) - John Lennon

 hx11 
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CoteDePablo21 | 19 de Dezembro de 2008 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 5 utilizadores que não gostaram deste vídeo

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 ouça e veja também:


 Incorporação desactivada por pedido
 
jctvideodvd | 18 de Dezembro de 2008 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
você ai que ta reclamando da vida.... saca só!!!!!
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Happy Xmas (War Is Over) [Merry Christmas (War is over)]

Feliz Natal Kyoko Happy Christmas Kyoko
Feliz Natal Julian Merry Christmas Julian

Então é natal So is Christmas
E o que você tem feito? And what have you done?
Um outro ano se foi Another year gone
E um novo apenas começa And only a new beginning
E então é natal And so this is Christmas
Espero que tenhas alegria Hope you joy
O proximo e querido The near and dear
O velho eo Joven The old and the Joven

Um alegre Natal A merry Christmas
E um feliz ano novo And a happy new year
Vamos esperar que seja um bom ano Let's hope it's a good year
Sem sofrimento Without suffering

E então é natal And so this is Christmas
Para o fraco e para o forte For weak and for strong
Para o rico e para o pobre For the rich and the poor
O mundo é tão errado The world is so wrong
E então feliz natal And so happy Christmas
Para o negro e para o branco For black and for white
Para o amarelo e para o vermelho For yellow and red
Vamos parar com todas as lutas Let's stop all the fighting

Um alegra Natal A happy Christmas
E um feliz ano Novo And a Happy New Year
Vamos esperar que seja um bom ano Let's hope it's a good year
Sem sofrimento Without suffering

E então é Natal And so this is Christmas
E o que você fez? And what did you do?
Um outro ano se foi Another year gone
E um novo apenas começa And only a new beginning
E então feliz Natal And so happy Christmas
Esperamos que tenhas alegria Hope you joy
O proximo e querido The near and dear
E velho eo Jovem And old and young

Um alegre Natal A merry Christmas
E um feliz ano novo And a happy new year
Vamos esperar que seja um bom ano Let's hope it's a good year
Sem sofrimento Without suffering
A guerra acabou , se você quiser The war is over, if you want
A guerra acabou agora The war is over now

Feliz Natal. Merry Christmas.
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http://www.lyricstime.com/john-lennon-happy-xmas-war-is-over-tradu-o-lyrics.html
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Happy Xmas (War Is Over)

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Jump to: navigation , search Ir para: navegação , pesquisa
"Happy Xmas (War Is Over)" "Happy Xmas (War Is Over)"
Single by John and Yoko , The Plastic Ono Band with the Harlem Community Choir Single por John e Yoko , The Plastic Ono Band com o Harlem Choir Comunidade
B-side B-side "Listen, the Snow Is Falling" (Yoko Ono) "Ouça, a neve está caindo" (Yoko Ono)
Released Lançado em 6 December 1971 ( US ) 6 de dezembro de 1971 ( EUA )
24 November 1972 ( UK ) 24 de novembro de 1972 ( Reino Unido )
Format Formato 7" single 7 "single
Recorded Gravado October 1971 at Record Plant Studios ( New York City , New York ) Outubro 1971 em Record Plant Studios ( New York City , Nova Iorque )
Genre Gênero Christmas , rock , pop rock Natal , rock , pop rock
Length Comprimento 3:37 03:37
Label Label EMI , Parlophone , Apple EMI , Parlophone , da Apple
Writer(s) Roteirista (s) John Lennon, Yoko Ono John Lennon, Yoko Ono
Producer Produtor Phil Spector , John Lennon , Yoko Ono Phil Spector , John Lennon , Yoko Ono
John Lennon American singles chronology John Lennon americano Cronologia de singles
" Imagine " " Imagine "
(1971) (1971)
" Happy Xmas (War Is Over) " "Happy Xmas (War Is Over)"
(1971) (1971)
" Woman Is the Nigger of the World " " A mulher é o Nigger of the World "
(1972) (1972)
John Lennon British singles chronology John Lennon britânica de singles cronologia
" Power to the People "/" Open Your Box " " Power to the People "/" Open Your Box "
(1971) (1971)
" Happy Xmas (War Is Over) " "Happy Xmas (War Is Over)"
(1972) (1972)
" Mind Games " " Mind Games "
(1973) (1973)
Alternative cover Alternativa capa

1980 Reissue 1980 Reedição

Happy Xmas (War Is Over) is a song written by John Lennon , released as a single in 1971 by John Lennon, Yoko Ono , and the Plastic Ono Band on Apple Records , catalogue Apple 1842 in the US , and Apple R5970 in the UK . Happy Xmas (War Is Over) é uma canção escrita por John Lennon , lançada como single em 1971 por John Lennon, Yoko Ono , ea Plastic Ono Band em Apple Records , o catálogo da Apple em 1842 o EUA , ea Apple R5970 no Reino Unido . It peaked at #3 on the Billboard Hot 100 and #2 on the British singles chart . Ele alcançou a posição # 3 na Billboard Hot 100 e # 2 na parada de singles britânica . The song's first appearance on album was the 1975 compilation Shaved Fish . A primeira aparição na música O álbum foi de 1975 a compilação Shaved Fish . Although ostensibly a protest song about the Vietnam War , it has become a Christmas standard and has appeared on several Christmas albums. Embora aparentemente uma canção de protesto sobre a Guerra do Vietnã , tornou-se um padrão de Natal e já apareceu em vários álbuns de Natal.

Contents Conteúdo

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  Structure and release Estrutura e liberação

The lyric is based on a campaign in late 1969 by Lennon and Ono, who rented billboards and posters in eleven cities around the world that read: "WAR IS OVER! (If You Want It) Happy Christmas from John and Yoko". A letra é baseada em uma campanha no final de 1969 por Lennon e Ono, que alugou outdoors e cartazes em onze cidades em todo o mundo que dizia: "A Guerra Acabou Yoko! (If You Want It feliz) de João e Natal". The cities included New York , Los Angeles , Toronto , Rome , Athens , Amsterdam , Berlin , Paris , London , Tokyo , Hong Kong and Helsinki . As cidades incluídas Nova York , Los Angeles , Toronto , Roma , Atenas , Amsterdam , Berlim , Paris , Londres , Tóquio , Hong Kong e Helsínquia . At the time of the song's release, the US was deeply entrenched in the unpopular Vietnam War. Na época do lançamento da canção, o EUA estava profundamente enraizada na impopular Guerra do Vietnã. The line "War is over, if you want it, war is over, now!", as sung by the background vocals, was taken directly from the billboards. A linha "A guerra é mais, se quiser, a guerra acabou, agora!", Como cantou os vocais de fundo, foi levado diretamente a partir do outdoors.
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The record starts with a barely-audible whisper of Christmas greetings to their children: Yoko whispers "Happy Christmas, Kyoko ", then John whispers "Happy Christmas, Julian ". O disco começa com um sussurro quase inaudível de cumprimentos de Natal para seus filhos: Yoko sussurros "Feliz Natal, Kyoko ", então John sussurros" Feliz Natal, Juliano ". The lyric sheet from the 1982 release The John Lennon Collection erroneously gives this introduction as "Happy Christmas, Yoko. Happy Christmas, John". A folha com a letra a partir da versão 1982 A John Lennon Collection erroneamente dá a esta introdução como "Feliz Natal, Yoko. Feliz Natal, John".
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It was recorded at Record Plant Studios in New York City in late October 1971, with the help of producer Phil Spector . Foi gravado no Record Plant Studios , em Nova York no final de outubro de 1971, com a ajuda do produtor Phil Spector . It features heavily echoed vocals, and a sing-along chorus. Possui voz ecoou fortemente, e um coro cantar-junto. The children singing in the background were from the Harlem Community Choir and are credited on the song's single. As crianças cantando no fundo eram do Harlem Comunidade Coro e são creditados na da canção. The lyrics were written by Lennon and Ono, while the melody and chord structure were taken from the folk standard known as " Stewball ". [ 1 ] The single was released in the US in December of 1971, but the UK release was delayed until the following November due to a publishing dispute. As letras foram escritas por John Lennon e Yoko Ono, enquanto a estrutura de acordes e melodia foram tomadas a partir do padrão popular conhecido como " Stewball ". [1] O single foi lançado em os EUA em dezembro de 1971, mas o lançamento no Reino Unido foi adiada para o Novembro seguinte devido a uma disputa de publicação. The song was re-released in the UK on December 20, 1980, shortly after John Lennon's assassination on December 8 , peaking at #2. A canção foi re-lançado no Reino Unido em 20 de dezembro de 1980, logo após o assassinato de John Lennon em 8 de dezembro , atingindo a posição # 2.

Personnel Pessoal

Musicians on the original recording were: Músicos na gravação original foram:
Klaus Voormann was supposed to play bass guitar on the song but was unable to attend the session when his plane was delayed. Klaus Voormann era para tocar baixo na canção, mas não pôde comparecer a sessão, quando seu avião estava atrasado. One of the four guitarists played the bass part but it is unknown which one. [ 2 ] Um dos quatro guitarristas tocou a parte de baixo, mas não se sabe qual. [2]

  Notable cover versions   covers Notáveis

"Happy Christmas (War Is Over)" "Feliz Natal (War Is Over)"
Single by Street Drum Corps featuring Bert McCracken Único de Street Drum Corps com Bert McCracken
from the album The Taste of Christmas a partir do álbum The Taste of Christmas
Released Lançado em 2006 2006
Format Formato 7" , CD single 7 " , CD single
Genre Gênero Pop Pop
Label Label Warcon Enterprises Warcon Empresas
Producer Produtor Street Drum Corps Street Drum Corps

Notes Notas

  1. ^ "Ger Tillekens, Baroque and folk and ... John Lennon" , Soundscapes ^ "Ger Tillekens, barroca e popular e ... John Lennon" , Soundscapes
  2. ^ Chip Madinger and Mark Easter, Eight Arms To Hold You: The Beatles Solo Compendium (Chesterfield, MO: 44.1 Productions, 2000), 65-66. ^ Madinger Chip e Páscoa Mark Eight Arms To Hold You: O Compêndio Solo Beatles (Chesterfield, MO: 44,1 Productions, 2000), 65-66.
  3. ^ A Closer Look: Rebecca St. James' Christmas ^ A Closer Look: James Rebecca St. Natal
  4. ^ http://www.speedwagon.com/news.php#172 ^ http://www.speedwagon.com/news.php # 172

  External links  Ligações externas