Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)

«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973

sábado, 18 de julho de 2009

World Press Photo 2009 - Quotidiano

COLUNAS
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Sexta-feira, 17/7/2009
Há um corpo estendido no chão
Glória Fernandes







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Durante a exposição da World Press Photo 2009, que acontece até o dia 19 de julho no Museu da Eletricidade, em Lisboa, uma das fotos chamou mais a atenção dos visitantes. Por coincidência, em meio a fotos do mundo inteiro, essa era brasileira. Um corpo estendido no chão. Em volta dele, crianças, risadas e conversa jogada fora. Como num bar, num encontro casual de amigos. Tudo normal. Como numa tarde qualquer, em que se sai para se divertir e distrair a cabeça. Porém, com um detalhe: há um corpo estendido no chão.
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A foto em questão é de Eraldo Peres e ganhou menção honrosa na irônica categoria "Cotidiano". Foi tirada durante uma reportagem sobre violência em janeiro de 2008 para a agência de notícias The Associated Press (AP). Na imagem, é retratado o assassinato de Thiago Franklino de Lima, de 21 anos, morto na Favela do Coque, no Recife. Thiago permanece ali, sob a indiferença dos olhares dos moradores. O que antes chocava, agora é ignorado.
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Até que ponto a violência se tornou normal para a população das grandes cidades brasileiras? O corpo, estendido e ensanguentado, passa a ser apenas mais um elemento que compõe a foto. Como um carro, um cachorro, uma bicicleta que passa. Ou até mesmo como uma pedra no chão. Honestamente, fotos que contrastam uma tragédia com a normalidade das pessoas já não são raras hoje em dia Infelizmente já vi muitas. Mas a risada farta da garota choca. O que será que levou a garota a uma risada tão aberta frente a um cenário tão ruim? Será que ela conhecia a pessoa que está ali caída? Será que era um vizinho? E as crianças, ainda de chupeta, o que fazem tão tranquilamente próximas a um cadáver? Tornou-se tão banal que nem mesmo as crianças ligam para a cena. Seus pais, então, se estiverem presentes, muito menos. A foto só conseguiria passar mais a sensação do quão banal esse tipo de cenário se tornou se, na composição, existisse um grupo jogando baralho, quem sabe dominó, ou até mesmo futebol.
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A legenda explica para os estrangeiros que Recife é duas vezes mais violenta do que o Rio de Janeiro e possui uma média de 90 homicídios por 100 mil habitantes. Há anos a cidade vem se destacando nas linhas de estudo sobre criminalidade. E, pelo que parece, os moradores da favela onde Thiago morreu já consideram os fatos uma coisa normal.
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Além da foto de Eraldo Peres, havia mais brasileiros se destacando no concurso. Na categoria "Notícias gerais" o fotógrafo Luiz Vasconcelos, do jornal A Crítica, levou o primeiro prêmio com a foto de uma indígena que carrega uma criança no colo e, ao mesmo tempo, tenta conter um batalhão da polícia durante uma invasão de terras em Manaus. A foto relata o desespero de uma mãe, que, ao se ver sem saída, enfrenta a dezena e talvez centena de polícias que tentam lhe tirar o pouco que tem. Numa categoria mais leve, André Vieira, da Focus Photo und Presse Agentur, ficou em terceiro lugar na categoria "Artes e Entretenimento" por um registro do estilista angolano Xhunos, feito em Luanda. Além dos brasileiros, várias fotos do fotógrafo mexicano Carlos Cazalis, que traziam mendigos dormindo em frente ao elitista Jóquei Club de São Paulo, se destacavam na exposição.
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A foto principal de que trato no texto é brasileira, e talvez tenha me chamado mais a atenção por isso. Mas havia outras com o mesmo tema, mostrando que esse tipo de situação não é exclusiva do Brasil. No primeiro prêmio da categoria "Cotidiano", a foto de Lissete Lemos, do El Diário De Hoy, mostra crianças dentro de uma van escolar que observam o corpo de Petrona Rivas, mãe de dois alunos e morta a 200 metros do portão da escola, em El Salvador.
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São adultos e crianças expostos à violência diariamente, o que os leva a tratar fatos como esses com normalidade. Na exposição, também não há limite de idade. No meio disso tudo, uma criança aparentando cinco anos pergunta para o pai: "Papai, o que é aquilo?". E o pai responde, sem cerimônia: "É uma pessoa morta, boiando". Ele se refere à foto de Olivier Laban-Mattei, sobre o ciclone que devastou Mianmar, em maio de 2008.
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Durante o tempo que se leva para percorrer a exposição, também nota-se que a violência não é novidade nem mesmo para aqueles que estão ali só a olhar. Entre fotos com temas como natureza, esportes, retratos, política, desastres e mortes, as duas últimas são as que mais atraem as atenções e onde as pessoas parecem demorar mais a ir embora.
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Desde 1955, a missão da fundação holandesa que organiza o World Press Photo é encorajar o fotojornalismo. A competição recebeu este ano o número recorde de 5.019 candidatos, de mais de 125 países. No total, 96.268 fotografias foram avaliadas pela comissão julgadora. Os prêmios para os vitoriosos foram entregues em Amsterdã no dia dois de maio. As fotos seguirão em exposição, chegando ao Rio de Janeiro no dia 29 de julho, onde ficará até 23 de agosto. Para conferir essas e outras fotos vencedoras do prêmio deste ano basta acessar o site oficial do evento.
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Nota do Editor
Glória Fernandes mantém o blog Museu de Grandes Novidades.
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Glória Fernandes
Lisboa, 17/7/2009
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In Digestivo Cultural
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sexta-feira, 17 de julho de 2009

Morreu nos EUA o fotógrafo da arquitetura Julius Shulman

Julius Shulman, Portfolio #09 - Arango House
TITLE: Portfolio #09 - Arango House
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artnet.com


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NOVA YORK, EUA — O americano Julius Shulman, que elevou a arte a fotografia de arquiteturas, morreu, aos 98 anos, em Los Angeles (California), informou nesta quinta-feira seu representante, Craig Krull.

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Nascido em Nova York, em 1910, Shulman morreu em sua casa na noite de quarta-feira. "Era o maior fotógrafo de arquiteturas de todos os tempos", comentou Krull à AFP.

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Julius Shulman fez uma foto em 1960, intitulada "Case Study House Nº22", que levou milhões de pessoas a sonhar com uma vida perfeita. Eram duas mulheres sentadas numa casa de vidro aparentemente suspensa no ar, iluminada pelo sol de Los Angeles.

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Quase 50 anos após a famosa foto, o homem visto como o melhor fotógrafo arquitetônico da história virou figura cult da arquitetura moderna minimalista da metade do século 20 que ele divulgou pelo mundo.


Revistas de estilo, como Wallpaper e Dwell, publicaram artigos recentes sobre Shulman, e sua obra foi levada ao cinema num documentário, "Visual Acoustics: The Modernism of Julius Shulman", narrado por Dustin Hoffman.

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Sua primeira grande chance aconteceu com um dos mais famosos arquitetos modernistas de Los Angeles, Richard Neutra, em 1936.

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"Neutra viu as seis fotos que eu havia feito de sua casa. Ele nunca tinha visto fotos como aquelas", contou Shulman.

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"Até então, eu apenas brincava com minha máquina fotográfica."

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Shulman se aposentou nos anos 1970, insatisfeito com o rumo da arquitetura no pós-modernismo.

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As dezenas de milhares de fotos que ele fez nos anos 1950 e 1960 projetam o otimismo dos modernistas, que queriam melhorar a vida através do bom design.

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O fotógrafo mudou-se para a Califórnia, onde iniciou a carreira na década de 30, destacando-se pelo registro das obras de outros grandes arquitetos, como Frank Lloyd Wright, Pierre Keonig, Charles Eames.

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Suas obras se destacam pela precisão e a clareza da composição.

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"As pessoas estão descobrindo a arquitetura e o poder da fotografia", disse Shulman recentemente, em entrevista em sua casa, em Laurel Canyon, cercado por fotos e layouts de livros de arte de editoras como a Taschen.

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Shulman passou 12 dias fotografando a casa de Wright e sua escola Taliesen West, no Arizona, por onde passaram muitos dos arquitetos de Los Angeles.

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Copyright © 2009 AFP. Todos os direitos reservados.
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Fotografia para secar

17 de julho de 2009. | N° 465
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Alerta
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FOTOGRAFIA

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MOSTRA O CORPO QUE FALA EXPÕE IMAGENS IMPRESSAS EM TECIDOS E PENDURADAS EM VARAIS NO SHOPPING MUELLER

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Na década de 70, o poeta Alcides Buss fez história em Joinville com seus varais literários, colocando a poesia para “secar” em lugares públicos. Agora é a vez da fotografia aproveitar-se da ideia. O Núcleo Joinvilense de Fotografia está expondo, no Shopping Mueller, imagens do Festival de Dança do ano passado. As fotografias da mostra “O Corpo que Fala” foram impressas em um tecido especial e penduradas em um varal com grampos.

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Luiz Hille, um dos fotógrafos do núcleo, informa que é a primeira vez que o grupo investe nesse estilo de exposição. “Estamos experimentando com outros formatos. Hoje é possível imprimir a fotos em vários materiais, o fotógrafo não está mais limitado ao papel”, diz Luiz. As 20 imagens da exposição foram estampadas em um tecido de poliéster próprio para impressão digital, fabricado pela empresa joinvilense Döhler.

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Além das fotos de Hille, também integram a mostra “O Corpo que Fala” os trabalhos dos fotógrafos Amir Jr., Karla Pfeiffer e Marcus Bohn. Segundo Hille, encapsular na lente as nuances das coreagrafias apresentadas no Festival de Dança é um desafio para os fotógrafos.

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“É muito difícil fotografar o festival. Muitos espetáculos são escuros e nem todos os fotógrafos do núcleo têm as lentes necessárias. Mas o resultado é espetacular”, elogia.

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Este ano, o Festival de Dança continuará no foco do Núcleo Joinvilense de Fotografia. O grupo recebeu duas credencias, que serão compartilhadas pelos integrantes. “Em cada noite do festival estarão presentes dois fotógrafos do grupo. As imagens capturadas formarão uma nova exposição”, adianta Hille. Integram o Núcleo fotógrafos amadores e profissionais conceituados, como Peninha Machado.

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Além de reunir apreciadores de imagens para expedições fotográficas, o núcleo tem conseguido escoar trabalhos dos integrantes. Nos últimos dois anos, foi responsável por uma série de exposições. Entre elas, a mostra “Índios”, com imagens feitas na aldeia indígena Tiarajó, em Araquari.

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rodrigo.schwarz@an.com.br

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in Jornal A Notícia -

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quinta-feira, 16 de julho de 2009

Las mejores fotografías de Mara Eggert


Las mejores fotografías de Mara Eggert

Las mejores fotografías de Mara Eggert

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Su trabajo, vinculado a los principales teatros alemanes durante más de cuarenta años, le ha permitido trabajar junto a los más grandes de la escena de ese país y guardar para la memoria colectiva potentes y originales instantáneas sobre las tablas. Su concienzuda labor, fruto de las investigaciones sobre el movimiento y el espacio, las distancias y la liberación de las formas y del cuerpo de los actores, se exhibe ahora en la Kunst und Austellungshalle de Bonn.

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in boletín masdearte.com/no. 338

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terça-feira, 14 de julho de 2009

tista americano mistura maquetes e fotografia para retratar sexo ao ar livre

Por Paco Llistó 13/7/2009 - 16:04




Provocante, único, surreal. Esses são apenas alguns dos adjetivos que definem o trabalho do artista americano Jonah Samson.

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Médico de dia e fotógrafo à noite, Samson vem se destacando por sua série de dioramas, técnica inventada no século XIX que mistura maquete e fotografia. Sua empreitada mais recente se chama "Pleasantville", uma cidade imaginária cujos moradores, na verdade pequenos bonecos com um pouco mais de 2 centímetros de altura, são retratados em posições comprometedoras. Uma dessas maquetes, por exemplo, intitulada "Happy Trails" (trilhas felizes, na tradução literal), mostra dois homens praticando sexo oral ao ar livre em meio à floresta.

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Em outra maquete, Samson traz à tona o universo pornô ao mostrar um casal gay sendo filmado em cima de um automóvel fazendo sexo. Nessa "realidade" construída há também espaço para o macabro, como no diorama em que um cadáver é enterrado em frente a um trailer ou na maquete que mostra um assassino e sua vítima. Apesar da ideia cruel, a obra de Samson tem um forte apelo visual e chama a atenção pelo ineditismo e por ser carregada de simbologias explícitas e humor negro. Para o artista, o sexo e a violência, juntos ou não, compõem a indústria do entretenimento, especificamente a norte-americana.

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Atualmente, "Pleasantville" está em cartaz na galeria G. Gibson, em Seattle, até o final de julho. Nós brasileiros podemos apreciar o trabalho de Samson na internet, em seu site ou Flickr.

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Muitos beijos e torsos nus

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Jonah Samson também se destaca por sua série de polaróides com tipos excêntricos e beijos entre homens. No Flickr do artista é possível ver belas fotos de torsos masculinos e de casais gays em situações românticas ou sexy.

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Confira no álbum alguns dos dioramas de Jonah Samson.

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a capa.com.br/

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domingo, 12 de julho de 2009

Évora: Exposição de Bert Teunissen no Palácio de D. Manuel




quinta-feira, 9 de Julho de 2009 | 15:15

Uma exposição de fotografia do holandês Bert Teunissen, intitulada «Domestic Landscapes», que conta com a colaboração do Museu da Imagem e da Câmara Municipal de Braga, está patente até finais de Julho no Palácio de D. Manuel, em Évora.
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Bert Teunissen nasceu na Holanda em 1959, tendo iniciado a sua carreira de fotógrafo em 1984, em Amesterdão, como assistente de Brian Morris.

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Recentemente, desenvolveu o projecto «Domestic Landscapes», cujas imagens relativas a Portugal foram pela primeira vez apresentadas no Museu da Imagem de Braga.

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Neste projecto, Teunissen percorre o interior do país, conseguindo uma relação de forte cumplicidade com alguns habitantes, o que lhe permite invadir a sua intimidade e aí fotografá-los de forma natural.

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Diário Digital / Lusa
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ver

bertteunissen - «Domestic Landscapes»

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