Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)

«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Será esse o presente e o futuro da fotografia profissional?


A fotografia tem evoluído muitos nos últimos anos, não só na qualidade das imagens produzidas, como também na facilidade de acesso.

Hoje qualquer pessoa pode ter uma máquina digital e sair fotografando tudo que aparece pela frente. Não é mais necessário muitos conhecimentos técnicos para produzir uma fotografia com uma qualidade razoável.

Isso tem levado muitas pessoas a investirem na fotografia como uma profissão, sem contudo investir em conhecimento da arte e da técnica fotográfica. Claro que essas pessoas acabam produzindo imagens com qualidade inferior a uma fotografia produzida por um fotógrafo profissional, que passou anos estudando e se dedicando.

Mas o mercado é bastante ingrato e é cada vez mais comum que fotógrafos profissionais acabem perdendo trabalho para pessoas que, em muitos casos, não podem nem mesmo serem considerados amadores, mas que cobram 10 vezes menos do que o preço de um trabalho profissional.

Qual a sua opinião?

Esse vídeo não trata de fotografia, mas é perfeito para descrever o momento pelo qual a profissão vem passando:
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Fonte: Thoughts of a Bohemian



Publicado em 13 fevereiro 2008
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Categoria: Fotografia
Leia também:
• O que faz um grande retrato?
• Fotografando Bugatti com uma Hasselblad
• Como fotografar o pôr-do-sol
• A reestruturação da Ilford
• Nikon Photo Contest International
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http://www.dudutomaselli.com/sera-esse-o-presente-e-o-futuro-da-fotografia-profissional/
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Que futuro para os fotógrafos em Portugal?

A Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME), a convite da Associação Nacional dos Profissionais de Fotografia (ANIF), participou, domingo, num debate em Vila Franca de Xira, com o tema «Que futuro para os fotógrafos em Portugal».
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Nesta iniciativa, que contou com a presença de cem profissionais do sector, foi abordada a «falta de atribuição de uma certificação profissional», a «redução da procura, fruto da redução do poder de compra», o «crescimento da economia paralela», a «total desregulamentação do sector» e o «fortalecimento da concorrência, emergente nas grandes superfícies e em alguns organismos públicos».

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http://www.avante.pt/noticia.asp?id=27903&area=7
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Nº 1938
19.Fevereiro.2009
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Pôr do Sol (2)

Quinta-feira, 6 de Dezembro de 2007

Pôr do Sol (2)

* VictorNogueira

Paço de Arcos

Setúbal

S. Martinho do Porto

Setúbal

Paço de Arcos


Fotografias por Victor Nogueira

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Sol e Núvens (1)

Quinta-feira, 22 de Novembro de 2007

Fotografias por Victor Nogueira




Local não registado


Cela (Alcobaça)

Gaeiras (Caldas da Rainha)


Lisboa (Museu da Electricidade)
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comentários:

De Amor e de Terra disse...

Belíssimas estas fotografias.
Parabéns Victor.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Janelas (2)

Quarta-feira, 7 de Novembro de 2007

Janelas (2)

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Fotografias por Victor Nogueira


Lisboa


Cacém

Cacém

Paço de Arcos



quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

A Vida no Monte da Arouca - UCP Soldado Luís (3)

Quinta-feira, 11 de Outubro de 2007

A Vida no Monte da Arouca - UCP Soldado Luís (3)

Fotos de Victor Nogueira

Autocolante da UCP Soldado Luís

Alcácer do Sal e Rio Sado, outrora navegável do estuário até aqui.
Na outra margem, arrozais


Alcácer do Sal - habitação popular nos arredores.
Existem similares na Reserva Natural do Estuário do Sado,
junto ao Moinho de maré da Mourisca
A Eva e a Susana pelo carreiro da fonte e lavadouro público até ao momte


Alcácer do Sal - A Susana em luta para se vestir sozinha
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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

A Vida no Monte da Arouca - UCP Soldado Luís (2)

Segunda-feira, 8 de Outubro de 2007

A Vida no Monte da Arouca - UCP Soldado Luís (2)

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Fotografias de Victor Nogueira


Alcácer do Sal - A Susana enxotando um cão


Alcácer do Sal - A Susana carregando a carteira da mãe, ao fundo, de casaco vermelho,
à frente da Senhora Catarina, de braço engessado.
O Rui tomando banho de alguidar (As casas dos trabalhadores rurais não tinham banheiro, nem sanita nem lavatório nem água corrente ou canalizada)


A Celeste com a Eva, uma das alunas, neta da Senhora Catarina.
O imenso lençol de água era dos arrozais, à espera de nascerem. Ao fundo, do outro lado do rio Sado, que se atravessava de bote chamando pelo barqueiro, fica a aldeia de Vale de Guiso, com apeadeiro de caminho de ferro a uns kms, tendo a igreja no ponto mais alto e destacado. A maior parte do rancho, a maioria mulheres, moravam na aldeia, que tinha melhores condições de vida. No monte, moravam o feitor e família, o Senhor Custódio e mulher (senhora Catarina) com duas filhas e uma neta e mais uma família cujo nome esqueci, para além da professora e do esposo fotógrafo, fim-de-semana-sim, fim-de-semana-não, alternado com Évora, onde ficava a nossa residência oficial. Mais de 2/3 das casas do monte estavam desabitadas.
Havia alunos da Celeste que nunca tinham ido à Vila, a uma dezena de km, e que ficaram abismados quando viam o comboio pela 1ª vez, um monstro para eles. O Renault 4 ficava com a Celeste, para ir à Vila ou para Évora, ou para ir-me buscar à Rodoviária, em Alcácer, nos fins-de-semana que me calhavam.
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