
Castro Barroso Gato Nogueira - Blog Photographico - lembrança da moça do Alentejo
Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui
“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)
«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973
quarta-feira, 5 de agosto de 2020
maria emília e manuel - Porto e Palácio de Cristal (1943)

coretos 36 - Lisboa - Jardim Zoológico
Este coreto situa-se no Jardim Zoológico de Lisboa, sendo as fotos de autoria de Elisa Fardilha. Situado num frondoso espaço, a sua base está decorada com gravuras de animais selvagens , em liberdade. CPS / Artists/ José Pádua - Centro Português de Serigrafia
https://www.cps.pt/en/artists/jose-paduaterça-feira, 4 de agosto de 2020
As feras enjauladas e amestradas
domingo, 2 de agosto de 2020
como se fossem desenhos
Setúbal - Taberna na Fonte Nova
foto victor nogueira - 1980 em Setúbal na exposição O Homem e o Trabalho, precursora do Museu do Trabalho Michel Giacometti* Ricardo Jorge Mateus Pina - Certo. uma das tabernas da Fonte Nova. penso que é o Luciano. Foi o 1º Cantares José Afonso
coretos 35, por Elisa Fardilha
sábado, 1 de agosto de 2020
santiago do cacém e capela de s. pedro
Ao lado a imponente Igreja Matriz, do século XIII, parcialmente destruída pelo terramoto de 1755, cuja brancura de barras amarelas contrasta com o castanho escuro das muralhas do castelo, emoldurado pelo verde do arvoredo em redor. A vila foi crescendo pela encosta abaixo. Na parte baixa jardim, a Câmara e a antiga cadeia (onde se conserva uma cela de então e uma típica cozinha alentejana), agora museu. Casas com certa imponência, dos agrários.
A invocação de Santiago, o Maior, que não foi companheiro coevo de Cristo, parece um contra-senso: um santo de espada e cruz em punho degolando quantos mouros e maometanos lhe aparecem pela frente integrado em hostes saqueadoras não liga muito bem com a imagem de doçura, tolerância e respeito pelas diferenças que alguns pretendem seja a do cristianismo católico. Enfim, contradições da natureza humana! Mas é esta imagem que na igreja matriz regista uma peça escultórica do século XIV. Santiago é no entanto, também, um mártir, mas da fé cristã: mandado degolar por Herodes Agripa, o seu corpo foi transportado pelos discípulos por mar, desde a Palestina até à costa noroeste da península Ibérica, onde a sua sepultura é reencontrada oito séculos mais tarde, originando um novo culto e grandiosas peregrinações à povoação de Santiago de Compostela. Mas isto é um desvio e matéria doutras histórias.






















