Escrevivendo e Photoandando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.

Roland Barthes

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«Ao lermos uma novela ou uma história imaginamos as cenas, a paisagem, os personagens, dando a estes uma voz, uma imagem física. Por isso às vezes a transposição para o cinema revela-se-nos uma desilusão. Quando leio o que a Maria do Mar me escreve(u) surge perante mim a sua imagem neste ou naquele momento da nossa vida, uma pessoa simples, encantadora, gentil e delicada.»

Victor Nogueira

segunda-feira, 5 de março de 2012

David Clifford: ”O bizarro e o surreal no quotidiano”

. .# A fotografia com o iPhone trouxe a alegria de fotografar de volta a David Clifford (Canadá, 1974), sobretudo "numa altura em que o trabalho fotográfico dito sério escasseia". Clifford (@dkoder no Instagram) foi fotojornalista do PÚBLICO durante uma década e agora trabalha como "freelancer". Vê na "iPhoneography" uma força expressiva enorme, ao ponto de a actividade ter conquistado um nome próprio (reparem, diz Clifford, como ela reconciliou muitos com a clássica "street photography", atraindo outros tantos adeptos). É desse pulsar urbano que é feita muita da "iPhoneography" de Clifford, que a pratica "sem grande planeamento e de forma espontânea" sempre que se depara com "o bizarro e o surreal no quotidiano", ou ainda com "o espaço urbano visto como palco vivo". Interessam-lhe "padrões, texturas e espaços que, com a luz certa, ganham outra interpretação"








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http://p3.publico.pt/cultura/exposicoes/2342/david-clifford-o-bizarro-e-o-surreal-no-quotidiano

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