Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)

«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973

domingo, 16 de janeiro de 2011

João Afonso - Morrer em Zanzibar


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universalmusicpt | 1 de Dezembro de 2008 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
João Afonso - Morrer em Zanzibar
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As Histórias que contavas lá da aldeia
a bola no telhado da vizinha
o branco no amarelo da eira
e a calça sem bainha

A varanda e a calça sem bainha
a semana
na baía a pesca à linha
a vizinha, o que querias da montanha

Que pensamento querias da montanha
fugiste um dia p´ra Kilimanjaro
seria o jeito sábio dum cocoana
a falar sob um céu claro

a marimba, a falar sob um céu claro
a madeira, de pau preto um aparo
a montanha
vou de boleia em boleia

Agora vou de boleia em boleia
agora vou voltar a ser menino
parar, ouvir silêncios sobre a areia
visitar-te em S. Francisco

Sobre a areia, visitar-te em S. Francisco
lua cheia
a subir tudo o que lembro
a gavinha, numa noite de Dezembro


Deixaste o sol na praia de Inhambane
no cais da ponte o dia do vapor
amigos que p´ra longe a pátria bane
num retrato de esplendor

Ventoinha, num retrato de esplendor
cazuarina, quinino saga e calor
a cantina
com o sabor ,o leitor

e fico com o sabor das leituras
percorro a vossa esteira pelo mar
com um baú de histórias de aventuras
vou morrer em Zanzibar
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 http://www.sweetslyrics.com/644619.João%20Afonso%20%20-%20Morrer%20Em%20Zanzibar.html
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sábado, 15 de janeiro de 2011

Mariko Mori, artista japonesa

14/01/2011 - 08:59

Artista japonesa contemporânea de maior visibilidade no ocidente expõe pela primeira vez no Brasil

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Exposição apresenta obras de grandes dimensões como Wave UFO, que pesa mais de seis toneladas. Um passeio pela trajetória da artista, desde seus primeiros trabalhos até os mais atuais, como Transcircle. 
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A arte pode dividir com a tecnologia eletrônica, a espiritualidade e a fotografia de moda a capacidade de dar forma aos sonhos, fantasias e desejos da humanidade. Este é o pensamento que norteia o trabalho de artista japonesa que vive entre Tóquio e Nova York e que é hoje um dos maiores nomes da arte em esfera mundial. Com trabalhos em espaços cultuados como Guggenheim (NY), MoMA (NY), Centro Georges Pompidou (Paris) e outros, Mariko Mori expõe pela primeira vez no Brasil. Promovida pelo Banco do Brasil, a mostra Mariko Mori/ Oneness será aberta no dia 25 de janeiro de 2011, no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília, onde poderá ser vista até 3 de abril. A própria artista virá ao Brasil para o vernissage. 
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Mariko Mori utiliza o design e a arte de vanguarda para compor elementos de engenharia de ponta, interativos e de forte impacto físico e visual. A exposição apresenta dez trabalhos de alta complexidade tecnológica, que ocuparão todos os espaços expositivos do CCBB Brasília. São obras de grande escala, como Wave, um interessantíssimo objeto híbrido, máquina e escultura ao mesmo tempo, com uma espécie de cápsula capaz de acolher três visitantes por vez e que funde, em tempo real, computação gráfica, animação, ondas cerebrais, som e uma engenharia arquitetônica para criar uma experiência interativa dinâmica. A obra se renova incessantemente; nunca é a mesma. 
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Há ainda o trabalho que dá nome à exposição, Oneness, que apresenta um círculo de seis figuras confeccionadas em technogel (material novo, que fica entre o sólido e o líquido), medindo 1,35 m, que interagem ao toque do visitante. Oneness é uma alegoria da conectividade, uma representação do desaparecimento dos limites entre si mesmo e os outros. Um símbolo da aceitação do outro e um modelo do conceito budista de unidade, de que o mundo existe como um só. E Transcircle, um anel de nove pedras de vidro coloridas e brilhantes, controlado interativamente, numa fantástica reinterpretação dos círculos de monólitos pré-históricos. A mostra apresenta também vídeos, fotografias e desenhos. Um grande passeio pela obra e pelo pensamento de uma das pessoas mais influentes da arte contemporânea. 
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A vinda da exposição Oneness ao Brasil é uma iniciativa do Grupo AG, sob coordenação e curadoria de Nicola Goretti. De Brasília, a exposição segue para o CCBB do Rio de Janeiro (9 de maio a 17 de julho) e de São Paulo (22 de agosto a 23 de novembro de 2011). 
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Poesia e estética - Mariko Mori inspira-se no conceito budista de que todas as coisas do universo estão conectadas. Seu trabalho contempla mundos fantásticos e seres espetaculares em fotografias e vídeos que parecem surpreendentemente reais. “Meu trabalho é uma espécie de oferta”, disse a artista. A arte de Mori recontextualiza figuras do passado, mesclando temas aparentemente opostos como religião e ciência, natureza e cultura, passado e futuro. Poesia e estética revolucionando aspectos do pensamento cultural, moderno e globalizado. 
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Segundo já declarou, Mori acredita que um artista tem um ponto de vista diferente da visão convencional: “Um artista vê o mundo, olha para o momento presente, com um ponto de vista único. Minha missão é dividir o que vejo no meu campo de visão”, disse. E afirmou: “Preciso criar um novo espaço para poder respirar no mundo. Isso vai abrir as portas para um novo futuro”. 
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Os trabalhos de Mariko Mori fundem arte e tecnologia, Budismo, Xintoísmo e a ideia de uma consciência espiritual universal. Desenhando antigos rituais e símbolos, Mori usa tecnologia de ponta e materiais de última geração para criar uma visão bela e surpreendente do século XXI. 
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A artista - Mariko Mori é uma artista de renome internacional cuja obra tem sido adquirida por museus e colecionadores privados de todo o mundo. Educada em Tóquio, Londres e Nova York, Mori ganhou reconhecimento por sua instalação interativa, WAVE UFO, que foi apresentada pela primeira vez no Kunsthaus Bregenz, na Áustria, em 2003. A instalação foi exibida, posteriormente em Nova York, Gênova e incluída na Bienal de Veneza, em 2005. Também foi incluída em Oneness, exposição de Mori que estreou no Museu Groniger, da Holanda, e logo seguiu para Dinamarca e Ucrânia. Agora, será apresentada no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo em 2011. 
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As mais recentes esculturas de grande escala da artista, Tom na Hiu (2006) e Opal Planta (2009), também contêm elementos que interagem com o ambiente. O próximo projeto da artista, Primal Rhythm, é uma instalação monumental permanente concebida e planejada com forte vínculo com a paisagem da baía de Seven Light, da ilha de Miyako, em Okinawa. O interesse atual de Mori se concentra num mundo em que os seres humanos e a natureza são uma coisa só. Onde o ritmo da humanidade se move em conjunto com o do meio-ambiente. Seus projetos atuais têm por objetivo provocar esta memória em nossa consciência e celebrar o equilíbrio existente na natureza. Esta idéia se reflete nos temas da vida, morte, renascimento e universo. 
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As monumentais instalações de Mariko Mori têm sido expostas em todo o mundo, incluindo Museu de Arte Contemporânea de Tóquio; Centro Georges Pompidou, em Paris; Prada Fundação, Milão; Museu de Arte do Brooklyn, Nova York; Museu de Arte Contemporânea de Chicago; Serpentine Gallery, Londres; Museu de Dallas; Los Angeles Museu de Arte. Suas obras estão em coleções do Museu Guggenheim, Nova York; Centro Georges Pompidou, Paris; Prada Fundação, Milão; Museu de Arte Contemporânea de Chicago, Museu de Israel, Jerusalém, Los Angeles Museu de Arte do Condado; Centro de Arte Pinchuk, Kiev; Aros de Aarhus Kunstmuseum, Dinamarca; Museu de Arte Moderna de Nova York. 
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Mori recebeu vários prêmios, entre eles a prestigiada Menção Honrosa da 47ª Bienal de Veneza, em 1997, e o 8º Prêmio Anual como artista e pesquisadora no campo da arte contemporânea japonesa, em 2001, da Fundação de Artes Culturais do Japão. Atualmente, Mori está radicada em Nova York. 
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 Mariko Mori – Oneness, de 25 de janeiro a 03 de abril de 2011,de terça a domingo, das 9h às 21h, no Centro Cultural do Banco do Brasil Brasília. Entrada franca.Informações: (61) 3310-7087]. 
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Exposições
Oneness - Técnicas Variadas

De 25/01 a 03/04 - Ter, Qua, Qui, Sex, Sab e Dom
Horário: Das 9h às 21h
Gratuito

Centro Cultural Banco do Brasil
SCES - Trecho 2
Setor de Clubes Sul
Fone: 3310- 7087

A exposição é da artista japonesa, Mariko Mori, uma das mais conceituradas artistas contemporâneas mundial. 
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A artista acredita que a arte pode dividir com a tecnologia eletrônica, a espiritualidade e a fotografia de moda, a capacidade de dar forma aos sonhos, fantasias e desejos da humanidade.Oneness é uma representação do desaparecimento de si e dos outros, é um símbolo de aceitação do outro e um modelo budista de unidade, de que o mundo existe como um ser só. 
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http://cidades.terra.com.br/bsb/exposicoes/0,7558,I:68647,00.html
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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

MANHÃ DE INVERNO . AEROPORTO DO PORTO - Gaspar de Jesus

Arte Fotográfica


Quarta-feira, 12 de Janeiro de 2011

DEAMBULAÇÕES 189

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MANHÃ DE INVERNO
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AEROPORTO DO PORTO
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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Astrónomos disponibilizam a fotografia mais completa do céu


Astrónomos disponibilizam a fotografia mais completa do céu

12.01.2011 - 18:35 Por PÚBLICO

A maior imagem digital a cores do céu foi publicada ontem por uma equipa de astrónomos que coordenam o Sloan Digital Sky Survey-III. O mapa é o conjunto de sete milhões de imagens tiradas desde 1998 que reúnem um terapixel de informação.
Um terço do mapa celeste foi fotografado 
Um terço do mapa celeste foi fotografado (Sloan)

o como 3500 artigos que foram escritos com base neste conjunto de informação”, disse ontem Michael Blanton, físico da Universidade de Nova Iorque que representou a equipa Sloan e apresentou o trabalho durante a 217ª reunião anual da Sociedade Americana de Astronomia, que está a decorrer em Seatle. “Alguns destes artigos estão a ser apresentados agora mesmo. Cobrem tópicos que vão desde a mais pequena estrela até a buracos negros enormes no Universo.”

As imagens foram tiradas pelo telescópio que está no observatório Apache Point Observatory, que fica no Novo México, nos Estados Unidos. O observatório começou a tirar as fotografias em 1998 com a mais potente câmara digital da altura que tinha 138 megapixel. O resultado foi a cobertura de um terço do céu.

“Existe 500 milhões de objectos detectados nesta imagem”, disse citado pelo Guardian David Weinberg, um astrónomo da Universidade do Estado de Ohio que trabalhou no projecto. “Metade são estrelas e a outra metade são galáxias.”

Há cinco versões de cada pixel fotografado, que foram tiradas com filtros diferentes e dão informação em cinco cores do espectro da luz: verde, amarelo, vermelho, infra-vermelho, violeta e ultra-violeta. O telescópio tira as fotografias em bandas, de modo que em cada noite faz uma longa banda no céu.

“É por isso que existem dois grandes pedaços que estão todos preenchidos e depois existem outras bandas que saem desses pedaços”, explicou o astrónomo. Estas bandas preenchem uma pequena percentagem das regiões que não foram fotografadas.

Quando se olha para o conjunto total das imagens vê-se uma amálgama indecifrável dos milhões e milhões de objectos. Seria necessário 500 mil televisões de alta definição, todas juntas, para se ter uma imagem completa e detalhada de tudo. Muitos objectos já foram descobertos, mas os astrónomos, ao tornarem as imagens públicas, esperam que muitos mais objectos venham a ser estudados.

“Isto é um dos maiores dádivas na história da ciência”, disse em comunicado Mike Blanton. Segundo o cientista, esta informação será um legado durante décadas, tal qual o Palomar Sky Survey, publicado em 1958 – o mais completo mapa fotográfico do céu feito até então que ainda hoje é uma referência.

A aventura continua

A fotografia que a equipa do Sloan enviou juntamente com o comunicado mostra a capacidade do novo mapa. Por baixo vêem-se os dois hemisférios da nossa galáxia. Na canto superior esquerdo da fotografia está um pequeno quadrado do hemisfério Sul ampliado. No meio situa-se a galáxia Messier 33, que na fotografia ao lado está mais ampliada. A galáxia está entre dois e três milhões de anos-luz de distância. Na fotografia ao lado consegue-se ainda ver um berçário de estrelas desta galáxia chamado NGC604.

Apesar da câmara do observatório estar no fim da sua vida, o projecto continua a evoluir. Os astrónomos vão medir milhões dos objectos mais brilhantes encontrados, em todo o espectro de luz, o que vai permitir obter as distâncias entre os objectos e investigar mais sobre a matéria negra do Universo. Por outro lado, vão observar possíveis oscilações gravíticas em 8500 estrelas que estão perto para identificar planetas gigantes. A Via Láctea também vai ser estudada para determinar a forma como evoluiu.
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Astronomia

Cientistas produzem a imagem mais detalhada do universo

Câmera de 138 megapixels é capaz de capturar meio bilhão de objetos de uma vez

SDSS
Cientistas apresentaram na terça-feira as fotografias mais nítidas já feitas do universo (Divulgação)
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Seriam necessárias 500 mil televisões de alta resolução para conseguir ver os detalhes da fotografia noturna realizada pelo projeto Sloan Digital Sky Survey. Os cientistas responsáveis pela ação usaram uma câmera de 138 megapixels, presa a um telescópio no Novo México, Estados Unidos, para produzir a imagem do universo mais detalhada já feita em toda a história.

O objetivo do trabalho é substituir a imagem até então mais nítida, a do Observatório Palomar, realizada durante a década de 50. “Usaremos o material para entender melhor o processo de expansão que o universo vem sofrendo, uma das grandes questões da área nos dias de hoje”, explica David Weinberg, um astrônomo da Universidade de Ohio que trabalhou no projeto.

A câmera de 138 megapixels usada no projeto será desativada e fará companhia a objetos históricos da astronomia no Museu Smithsonian, em Washington, nos Estados Unidos. 
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

DEAMBULAÇÕES 186 / 187 . SÃO PEDRO DE MOEL - Gaspar de Jesus


Quinta-feira, 6 de Janeiro de 2011


DEAMBULAÇÕES 186



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SÃO PEDRO DE MOEL - 1
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domingo, 9 de janeiro de 2011

A aura da floresta - Pereira Lopes

 

 

Terça-feira, 4 de Janeiro de 2011

A aura da floresta

A aura da floresta, Parque do Xurês / Espanha 2011
© Pereira Lopes
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sábado, 8 de janeiro de 2011

Cursos de Fotografia em Portugal


curso de fotografia
A arte de fotografar é algo que só se aprende e se desenvolve com muita prática. Contudo, existem muitas técnicas, algumas delas difíceis, e, como em tudo, é também necessário um acompanhamento pessoal e uma formação teórica para o ajudar a chegar mais longe.
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Nesse sentido, efectuar um curso de fotografia é altamente recomendável, quer esta actividade seja apenas um passatempo, quer tenha um papel mais importante na sua vida. 
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Apresentamos-lhe aqui algumas sugestões para cursos de fotografia, para todos os gostos e possibilidades.
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Instituto Português de Fotografia

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É a principal entidade portuguesa dedicada exclusivamente à fotografia. Com 40 anos de experiência, tem escolas no Porto e em Lisboa e a oferta de formação é muito abrangente. Existe o curso básico de fotografia e o básico de fotografia digital (este último exclusivo da Escola do Porto), ambos com a duração de 80 horas. Numa vertente mais avançada, o I.P.F. tem também o curso de fotografia digital, de 42 horas, e ainda o curso profissional de fotografia, extremamente avançado e virado para aqueles que pretendem tornar-se fotógrafos de profissão (com duração de 663 horas).
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Paralelamente, o Instituto Português de Fotografia organiza também várias workshops periódicas, dedicadas a temas mais específicos como fotografia de arquitectura, de viagem, de jardim ou panorâmica.
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Ar.Co

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O Ar.Co, Centro de Arte e Comunicação Visual, é uma escola de arte independente, com instalações em Lisboa, e fundada em 1973. No que diz respeito à formação, abrange áreas artísticas tão diversas como cerâmica, desenho, cinema, escultura, joalharia e tipografia. Relativamente à fotografia, dispõe de um curso completo (com uma vertente profissionalizante) e de formação pontual (direccionada para profissionais, sem acompanhamento de professor).
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O curso completo baseia-se num total de quatro módulos progressivos, desde a introdução à especialização. Tem a duração total de dois anos, e a garantia que será um fotógrafo profissional quando o terminar. Contudo, pode efectuar apenas o primeiro módulo sem obrigatoriedade de prosseguir essa formação, ficando-se apenas por uma introdução à fotografia que ainda assim já fará de si um amador avançado.
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A Ar.Co tem ainda diversos cursos de Verão, tais como o Atelier de Fotografia e Vídeo, Programa Ar.Co de Fotografia Digital (no Colégio St. Julians, em Carcavelos), Curso de Fotografia Básica e o Atelier de Fotografia Digital. Especificamente para os jovens dos 10 aos 15 anos, a Ar.Co tem ainda os “Sábados para Jovens”, dedicados a pintura/desenho e fotografia.
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ETIC

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A conceituada ETIC – Escola de Comunicação e Imagem de Lisboa – é uma opção mais virada para a vertente profissional. Com quatro cursos tecnológicos, destaca-se o Curso Técnico de Fotografia, com a duração de dois anos lectivos. As outras ofertas são igualmente profissionalizantes, como são os casos do Curso Profissional e o Curso Geral de Fotografia, e as especializações em Fotojornalismo e em Fotografia Publicitária.
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Ainda assim, é uma referência obrigatória para quem pondera frequentar um curso desta área.
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IADE

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O mesmo princípio da ETIC poderá aplicar-se ao IADE, Instituto de Artes Visuais, Design e Marketing (em Lisboa): podem ser considerados cursos complexos e avançados demais para quem procura apenas um curso mais básico, mas é uma referência obrigatória quando se fala de formação em fotografia.
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Ainda assim, além da Licenciatura em Fotografia e Cultura Visual e do Curso Profissional de Fotografia, o IADE tem dois cursos livres, abertos a alunos exteriores ao Instituto, que poderão ser exactamente aquilo que está à procura. 
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Poderá optar pelo Curso de Iniciação à Fotografia Digital, com a duração de 18 horas, especialmente indicado para fotógrafos amadores, ou pelo Curso Avançado de Fotografia Digital, de 36 horas, mais profissional mas ainda assim um complemento bastante interessante se pretender aprofundar os seus conhecimentos técnicos.
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Audiência Zero

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Pelas mãos do CCT (Centro de Criatividade e Tecnologia) chega-nos a Audiência Zero, que organiza diversas workshops e cursos. O Curso de Fotografia Digital é uma opção bastante interessante e acessível, realizado em S. Mamede de Infesta (Matosinhos) e com a duração de 21 horas. 
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Atelier de Imagem

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Integrado no Instituto de Fotografia de Lisboa, o Atelier de Imagem tem uma grande variedade de cursos ao seu dispor, consoante o nível de especialização que procura obter. Para começar, o mais indicado é o Curso de Iniciação à Fotografia, com a duração de dois dias, básico e ideal para esse primeiro contacto. Para uma formação mais profunda terá o Curso de Fundamentos de Fotografia, mais extenso (11 semanas) e que providencia já conhecimentos avançados e inclui laboratório, culminando finalmente com cursos bastante complexos e especializações em áreas temáticas específicas. Ao mesmo tempo, disponibiliza também um Curso Profissional de Fotografia com a duração de um ano (ou dois, em regime part-time). 
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O Atelier de Imagem tem ainda várias workshops temáticas, cada uma com a duração de dois dias, e totalmente práticas.
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Mil Cores

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Fundada em 1994, a Mil Cores dedica-se a uma vasta gama de actividades na área da fotografia, incluindo, nos seus serviços, diversos cursos para diferentes níveis.
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Começando com o curso de iniciação à fotografia (16 horas), passando por cursos mais técnicos dedicados a laboratório, a Mil Cores disponibiliza ainda vários outros cursos temáticos, dedicados, por exemplo, à fotografia de natureza, organizando também passeios fotográficos. Todos eles têm uma forte componente prática e realizam-se em diversos locais do país, tal como os passeios fotográficos que passaram já pelo Gerês, Noudar, Cabo da Roca e pela Praia do Abano.
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Oficina da Imagem

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A Oficina de Imagem – Escola Prática de Fotografia tem instalações em Lisboa e no Porto, e é uma escola diferente no sentido de que baseia todo o seu ensino na prática.
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Os seus cursos dividem-se de uma forma simples entre o nível 1 e nível 2 – respectivamente amador (3 meses de duração), e profissional (um ano). Funcionam ambos em regime pós-laboral e a sua vertente prática torna-os ainda mais apelativos.
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Para os fotógrafos que pretendem progredir ainda mais, existe um terceiro nível, único no país, dedicado à fotografia conceptual e artística.
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Imagerie

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Localizada em Lisboa, a Imagerie é um espaço relativamente recente dedicado à formação. 
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Destacam-se sobretudo as workshops que organiza, sobre temas distintos e alternativos, numa abordagem diferente à temática da fotografia. Neste sentido, organiza por exemplo a workshop sobre fotografia pinhole, que consiste na criação de uma câmara fotográfica artesanal – e através disso proporciona uma viagem de conhecimento pelo mundo da fotografia. Com a duração de 8 horas, é sem dúvida uma experiência original que vale a pena tentar.
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Além destas sugestões que aqui apresentámos, existem muitos outros cursos e workshops pontuais, cujas organizações tanto podem partir de Câmaras Municipais como de associações culturais ou outros grupos dedicados às artes visuais. 
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E convém nunca esquecer o poder da Internet que, apesar de não dispensar de forma nenhuma um bom curso “real”, oferece também muitos cursos e tutoriais gratuitos. A título de exemplo, a Kodak disponibiliza um pequeno curso no seu website, e no Banco de Imagens encontrará um outro curso que também justifica uma olhada.
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http://omeuolhar.com/artigos/cursos-fotografia
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