Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)

«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973

domingo, 18 de abril de 2010

Memórias de um Portugal que já não existe

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Argumento1986 — 22 de Maio de 2009 — Este video foi criado por mim, recorrendo a postais ilustrados retirados do site :


agradeço a todos os coleccionadores/autores dos postais...
são imagens antigas que retratam um Portugal profundo, agricola, tradicional que quase já não existe.

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Imagens do Património dos Distritos de Portugal


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. MJOSEFS — 16 de Agosto de 2007 — Imagens do Património dos Distritos de Portugal, com musica do Luis Represas  ("Feiticeiras" e "Memórias dum beijo")
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Luís Represas

A Feiticeira

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De que noite demorada
Ou de que breve manhã
Vieste tu, feiticeira
De nuvens deslumbrada

De que sonho feito mar
Ou de que mar não sonhado
Vieste tu, feiticeira
Aninhar-te ao meu lado

De que fogo renascido
Ou de que lume apagado
Vieste tu, feiticeira
Segredar-me ao ouvido

De que fontes de que águas
De que chão de que horizonte
De que neves de que fráguas
De que sedes de que montes
De que norte de que lida
De que desertos de morte
Vieste tu feiticeira
Inundar-me de vida.

 
http://vagalume.uol.com.ar/luis-represas/a-feiticeira.html
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Luís Represas

Memórias De Um Beijo

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Lembras-me uma marcha de lisboa
Num desfile singular,
Quem disse
Que há horas e momentos p´ra se amar

Lembras-me uma enchente de maré
Com uma calma matinal
Quem foi
Quem disse
Que o mar dos olhos também sabe a sal

[refrão]

{as memórias são
Como livros escondidos no pó
As lembranças são
Os sorrisos que queremos rever, devagar}


Queria viver tudo numa noite
Sem perder a procurar
O tempo, ou o espaço
Que é indiferente p´ra poder sonhar

[refrão]

Quem foi que provocou vontades
E atiçou as tempestades
E amarrou o barco ao cais
Quem foi, que matou o desejo
E arrancou o lábio ao beijo
E amainou os vendavais
 . http://vagalume.uol.com.ar/luis-represas/memorias-de-um-beijo.html.

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Património Arqueologico, Histórico, Natural e Cultural, de Portugal


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. MJOSEFS — 14 de Agosto de 2007 — Património Arqueologico, Histórico, Natural e Cultural, de Portugal
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Fundo Musical - Se me amas - Xutos & Pontapés
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Se me amas
Se me queres
Não procures aquilo que
Não há em mim
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Se me amas
Se me queres
Não me prendas
Sempre ao pé de ti
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Se me amas
Se me queres
Não faças de mim palhaço
Não quero ser um fracasso
Nas tuas mãos
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Já te disse toma cuidado
Que o amor quere-se bem passado
Quando chega a submissão
Quando chega a obrigação
Há por aí muitas damas
Se me amas
Se me amas
Se me queres
Não me faças nunca
Dizer que não
Se me amas se me queres
Não faças de mim palhaço
Não quero ser um fracasso
Nas tuas mãos...
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Já te disse toma cuidado
Que o amor quere-se bem passado
Quando chega a submissão
Quando chega a obrigação
Há por aí muitas damas
Se me amas
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.http://letras.terra.com/xutos-e-pontapes/84944/
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sábado, 17 de abril de 2010

O fim da Oliva - Adriano Miranda






  • O fim da Oliva - Adriano Miranda
     

Eyjafjalla, o vulcão que fez parar aeroportos





  • Eyjafjalla, o vulcão que fez parar aeroportos
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Cinza vulcânica fecha espaço aéreo no Norte da Europa



Reino Unido com voos cancelados

15.04.2010 - 10:10 Por PÚBLICO
O espaço aéreo do Norte da Europa está praticamente interdito na totalidade, com inúmeros voos a serem cancelados devido às cinzas vulcânicas da erupção, na véspera, do vulcão islandês do glaciar Eyjafjallajokull.
Os voos cancelados estão a provocar o caos nos 
aeroportos 
Os voos cancelados estão a provocar o caos nos aeroportos (Scanpix/Reuters)
Os voos cancelados estão a 
provocar o caos nos aeroportos  
As cinzas expelidas por um vulcão podem causar sérias avarias ou pelo menos mau funcionamento dos mecanismos dos aviõesIngolfur Juliusson/Reuters
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Os voos cancelados estão a 
provocar o caos nos aeroportos 
As cinzas atingiram quase sete quilómetros de alturaReuters
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Os voos cancelados estão a 
provocar o caos nos aeroportos 
O glaciar quase derretido provocou um mar de lamaReuters
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Encontrada fotografia inédita de Rimbaud

15.04.2010 - 13:15 Por PÚBLICO
Uma fotografia inédita de Arthur Rimbaud, que mostra o poeta sentado numa varanda do Hotel de l’Univers, em Aden, na Abissínia, foi encontrada por acaso por dois livreiros numa feira de rua de antiguidades. A imagem, a única que existe de boa qualidade mostrando Rimbaud adulto, não está datada, mas os dois livreiros, Jacques Desse e Alban Caussé, acreditam que pode ter sido captada no início de 1880.
São muito raras as imagens de Rimbaud durante o período em que 
viveu em África 
São muito raras as imagens de Rimbaud durante o período em que viveu em África ()


A descoberta, que aconteceu há cerca de dois anos, foi um puro acaso. A fotografia, que mostra um grupo de seis homens e uma mulher, fazia parte de um conjunto de imagens de Aden e chamou a atenção de Desse e Caussé por ter escrito na parte de trás Hotel de l’Univers – um dos dois estabelecimentos hoteleiros administrados por franceses na colónia, e precisamente aquele em que Rimbaud estivera instalado em Aden, onde viveu os últimos anos da sua vida, antes de morrer em França, aos 37 anos.

São muito raras as imagens de Rimbaud durante o período em que viveu em África, e em nenhuma é possível distinguir claramente os traços do seu rosto. Na que agora os dois livreiros divulgaram o rosto vê-se nitidamente, os olhos tristes, um pequeno bigode.

Para confirmarem as suspeitas de que poderia tratar-se do poeta, os dois homens pediram a ajuda de Jean-Jacques Lefrère, biógrafo de Rimbaud, que, ao fim de uma investigação, e de comparações com as imagens de adolescência do poeta, confirmou que se trata efectivamente dele.
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