* Victor Nogueira
Castro Barroso Gato Nogueira - Blog Photographico - lembrança da moça do Alentejo
Escrevivendo e Photoandarilhando por ali e por aqui
“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.(Roland Barthes)
«Todo o filme é uma construção irreal do real e isto tanto mais quanto mais "real" o cinema parecer. Por paradoxal que seja! Todo o filme, como toda a obra humana, tem significados vários, podendo ser objecto de várias leituras. O filme, como toda a realidade, não tem um único significado, antes vários, conforme quem o tenta compreender. Tal compreensão depende da experiência de cada um. É do concurso de várias experiências, das várias leituras (dum filme ou, mais amplamente, do real) que permite ter deles uma compreensão ou percepção, de serem (tendencialmente) tal qual são. (Victor Nogueira - excerto do Boletim do Núcleo Juvenil de Cinema de Évora, Janeiro 1973
sábado, 28 de fevereiro de 2026
Auto-retrato e variações 01
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026
Templos religiosos (104) no Alentejo (2025)
* Victor Nogueira
domingo, 15 de fevereiro de 2026
Templos religiosos (103) na Península de Setúbal (2025)
* Victor Nogueira
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
Templos religiosoa (102) no Mindelo, em fotos de capa (2025)
Este templo teria sido inaugurado em 1704. A torre silneira data de 1888.No início do século XX foi nela colocado um outro sino, com relógio. Em 1911, no largo fronteiro, foi erguido o cruzeiro paroquial. Em eados do século foi a fachada revestida de azulejos.
Na altura da fotografia decorria a campanha das Eleições Autárquicas 2025, que se realizaram a 12 de Outubro, estando o Largo repleto de propaganda eleitoral de várias forças políticas. Na esquina da igreja vê-se um outdoor doloco de Esquerda, com a frase 'A onda de progresso'.
VER
Mindelo - Cruzeiro no Largo da Igreja - 1983
Templos religiosos 14 - Mindelo - Igreja de S. João Evangelista
Templos religiosos (101) em fotos de capa (2025)
* Victor Nogueira
2025 07 04 Foto victor nogueira _ Monchique - Igreja Matriz (2000 04 21 F1140058)
A Igreja Matriz de Monchique foi edificada nos séculos XV/XVI e foi parcialmente reconstruída após o terramoto de 1755. Destaca-se pelo seu belo pórtico manuelino, com colunas retorcidas que terminam em pináculos.
in https://www.vila-monchique.com/igreja-matriz-de-monchique/
2025 06 27 Foto victor nogueira - Torres Vedras - escadaria de acesso ao Convento Sto António do Varatojo (1998 12 20 F1110033)
2025 05 13 Foto victor nogueira - Querença - Igreja de N. Sra da Assunção e cruzeiro (2000 04 20 F1010015)
Querença - Fica no cimo, com uma imensa vista. Igreja com duas portas manuelinas, uma delas trabalhada, e casas com telhado de tesoura.
Artesanato – bonecas de serapilheira como em Mértola e Castro Marim, brinquedos de madeira e utensílios de verga.
Nesta zona as casas, mesmo modestas, têm as portas e janelas de cantaria trabalhada. (Notas de Viagens 2000 04 20)
A Igreja, edificada na 1ª metade do século XVI, apresenta uma arquitectura típica da época, com elementos manuelinos e barrocos.
O cruzerio, da mesma era, totalmente em cantaria, é sustentado por uma rocha calcária, no centro de um pequeno tanque com água.
A Igreja Matriz de Querença realiza anualmente uma festa em honra de São Luís, popularmente conhecida como Festa das Chouriças, realizada em Janeiro, sendo o ponto final da procissão que se inicia na Igreja de Nossa Senhora do Pé da Cruz.
2025 04 14 Foto victor nogueira - Alcochete - Estátua do Pe Cruz, de Luís Valdês Castelo Branco F1010004
O monumento ao Santo Padre Cruz, nascido em Alcochete , situa-se no largo de São João Baptista, defronte da igreja matriz, que é monumento nacional desde 1910. A estátua foi inaugurada pelo Cardeal Cerejeia, em 1969, durante as comemorações do septuagésimo primeiro aniversário da restauração do concelho de Alcochete.
O templo, manuelino, cujo orago é S. João Baptista, terá sido construído sobre as fundações duma primitiva mesquita. Sofreu remodelações várias (início do século XVI e seguintes) e em 1943 libertou-se de antigas construções que o encobriam, numa recuperação levada a cabo pela D.G.E.M.N.
«A Ordem Militar de Santiago é uma ordem religiosa militar de origem castelhano-leonesa instituída por Afonso VIII de Castela e aprovada pelo Papa Alexandre III, mediante bula papal outorgada em 5 de julho de 1175. A Ordem foi fundada com o propósito de lutar contra os invasores muçulmanos na Hespanha, bem como proteger os peregrinos do Caminho de Santiago.
(...) Em Portugal, a ordem começou também a actuar logo desde os seus primórdios, ainda em reinado de Afonso Henriques, mas só teve maior visibilidade a partir do reinado de Afonso II, e sobretudo, Sancho II. Detiveram como sedes o castelo de Palmela e, depois, o de Alcácer do Sal, que se tornou sede da província espatária portuguesa. Também lhe foram doados a vila de Arruda e os castelos de Monsanto e de Abrantes,
(...) Os cavaleiros de Santiago onquistaram, entre 1234 e 1242, grande parte do Baixo Alentejo e do Algarve (Mértola, Beja, Aljustrel, Almodôvar, Tavira, Castro Marim, Cacela ou Silves). Foi também com o auxílio desta Ordem que Afonso III consumou a conquista do Algarve, em 1249, tomando os derradeiros redutos muçulmanos de Faro, Loulé, Albufeira e Aljezur.
Como recompensa, a Ordem foi agraciada, em territórios portugueses, com várias dessas terras do Alentejo e do Algarve, com a missão de as povoar e defender. A isso não é alheio, ainda hoje, o facto de muitas delas terem por orago Santiago Maior, e de nas suas armas figurar a cruz espatária.» (Wikipedia)
«Situado no Outeiro de São Romão, que depois ficou conhecido por Outeiro de São Francisco, este convento da Província da Terceira Ordem da Penitência de São Francisco, sobranceiro à vila, muito contribuiu para o desenvolvimento da malha urbana de Arraiolos, constituindo um dos poucos novos eixos de desenvolvimento definidos no século XVII (CARREIRA, 1995). A fundação do convento ocorreu em 1612.
(...) Com a Extinção das Ordens Religiosas em 1834, a igreja ficou desocupada, tendo sido entregue à Ordem Terceira secular. O convento e a cerca acabaram por ser vendidos a um particular, em 1840, e três anos mais tarde adquiridos pela Câmara, que utilizou o claustro para cemitério municipal. Já as dependências conventuais sofreram pior sorte: ocupadas pelas tropas do general Schwalback, entre 1846 e 1847, as instalações sofreram uma degradação profunda e acelerada, que obrigou à sua demolição pela autarquia, em 1865 (ESPANCA, 1975).
A igreja que hoje conhecemos remonta à primeira campanha identificada, estando concluída, ao que tudo indica, em 1633. »
Este templo religioso no Município de Mértola é similar à igreja de S. Domingos no lugar de Corte Real, nas Minas de S. Domingos. no mesmo município.
Nada encontrei sobre este templo em Val Açor de Cima, um pequeno povoado à beira de estrada.
VER
Templos religiosos (98) - Val Açor de Cima e Azinhal (Mértola)
Templos religisos (99) - Vila Ruiva (Cuba)








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