Castro Barroso Gato Nogueira - Blog Photographico - lembrança da moça do Alentejo
quarta-feira, 26 de agosto de 2026
sábado, 22 de agosto de 2026
Murais de Abril (36) - Onde está a Liberdade? Entre os 40 e os 50 anos (02)
* Victor Nogueira / Gemini
Mr. Dheo: O mural foi criado pelo artista urbano português Mr. Dheo para comemorar os 50 anos da Revolução dos Cravos (25 de Abril de 1974), estando localizado na Quinta do Cabrinha, em Alcântara, Lisboa.
Auto-retrato e variações 33 - Cartoon 04
* Victor Nogueira
Personagens de cartoon gerados pelo chatGPT e Gemini, estilo André Carrilho e Vasco da Castro, a partir dum auto-retrato de minha autoria,
2026 08 16 - Auto-retrato e variações 159 - Cartoon estilo Vasco de Castro
2026 08 17- Auto-retrato e variações 160 - Cartoon estilo André Carrilho
2026 08 18- Auto-retrato e variações 161 - Cartoon estilo André Carrilho
2026 08 19- Auto-retrato e variações 162 - Cartoon gerado pelo Gemini
2026 08 20 - Auto-retrato e variações 163 - Cartoon gerado pelo Gemini
domingo, 16 de agosto de 2026
Estatuária (25) Zeca Afonso por Ricardo Costa
16 de agosto de 2024
Foto victor nogueira - Zeca Afonso em Setúbal, na Praia (fluvial) da Saúde. (2024 04 27 IMG_4574) À esquerda a pedra assinala o galardão ao Estuário do Rio Sado como membro do "Clube das mais belas baías do Mundo". Á direita, o memorial a José Afonso, da autoria de Ricardo Costa, inaugurado em 2024 01 06, enquadrando-se no programa municipal comemorativo do 50º aniversário do 25 de Abril.
Murais de Abril (35) - Onde está a Liberdade? Entre os 40 e os 50 anos (01)
* Victor Nogueira / Gemini
Auto-retrato e variações 32 - Cartoon 03
* Victor Nogueira
Personagens de cartoon gerados pelo chatGPT e Gemini, a partir dum auto-retrato de minha autoria, estilo André Carrilho, Augusto Cid e Stuart Carvvlhais.
2026 08 09 - Auto-retrato e variações 153 - Cartoon estilo Stuart Carvalhais
2026 08 10 - Auto-retrato e variações 154 - Cartoon estilo Stuart Carvalhais
2026 08 12 - Auto-retrato e variações 155 - Cartoon estilo Augusto Cid
sábado, 8 de agosto de 2026
Murais de solidariedade internacionalista (27)
* Gemini
Este cartaz é uma ilustração de apoio político e de solidariedade à causa da autodeterminação do Saara Ocidental.
Auto-retrato e variações 31 - Cartoon 02
* Victor Nogueira
Personagens de cartoon gerados pelo chatGPT, a partir dum auto-retrato de minha autoria, estilo António, João Abel Manta, Luís Afonso, SAM (Samuel Azavey Torres de Carvalho) e Stuart Carvalhais
terça-feira, 4 de agosto de 2026
Murais (53) - Os Melhores Murais de Arte de Rua do Porto
Josh Morley·8 de Abril, 2025·
O Porto, uma cidade conhecida
pela sua história rica e cultura cativante, tem sofrido uma transformação
emocionante nos últimos anos. Sob os sussurros da história, o pulso criativo da
cidade bate forte. Se olhares com atenção, verás que os desenhos intrincados
transformam edifícios em ruínas em obras de arte, tecendo uma fascinante
tapeçaria que honra o passado ao mesmo tempo que avança corajosamente. As
paredes do Porto, outrora sombrias, estão agora cheias de vitalidade, com
murais radiantes que se espalham pela paisagem urbana, esculpindo uma galeria
de arte experimental que envolve os sentidos.
O que antes era uma cidade que
ignorava a arte de rua, agora abraçou-a de todo o coração. Os espaços
poeirentos e esquecidos do centro histórico do Porto receberam uma nova camada
de vida graças a este despertar artístico. Quando o tijolo e a argamassa se
encontram com a imaginação, as estruturas degradadas transformam-se em
obras-primas vibrantes, unindo património e inovação. As ruas do Porto
tornaram-se uma tela para desencadear conversas significativas sobre a mudança
social, à medida que obras de arte arrojadas alimentam um sentido de comunidade
e reforçam a rica identidade cultural da cidade.
Agora, vamos explorar algumas das melhores obras de arte de rua do Porto – os murais que contam histórias poderosas, remodelam o ambiente urbano e celebram a energia única e criativa da cidade. Para aqueles que planeiam mergulhar na vibração artística do Porto, ficar nas melhores áreas pode elevar a experiência. Descobre mais sobre onde ficar no Porto e explora (...)
domingo, 2 de agosto de 2026
Murais e grafitos em Setúbal (188) - 'Deixa curtir nha drena .(Deixa-me estar na minha onda )
* Victor Nogueira / Gemini
Esta fotografia apresenta uma intervenção de graffiti tradicional/escrita (frequentemente associada a peças de estilo lettering ou tagging urbano) num muro de betão, junto a uma zona de escadarias em Setúbal.
Aqui tens uma análise detalhada dos seus aspetos visuais, técnicos e estéticos:
sábado, 1 de agosto de 2026
Murais de solidariedade internacionalista (26) - em Orgosolo
* Victor Nogueira / Gemini
Este mural em Orgosolo (Sardenha) é uma composição comemorativa e política que recorda dois jovens militantes antifascistas mortos em Milão em dias consecutivos, em abril de 1975, durante os conturbados "Anos de Chumbo" italianos.
Auto-retrato e variações 30 - Cartoon 01
* Victor Nogueira
Personagens de cartoon gerados pelo chatGPT, a partir dum auto-retrato de minha autoria, estilo António, Julião Machado e Rafael Bordalo Pinheiro
2026 07 30 - Auto-retrato e variações 142 - Cartoon estilo Julião Machado (1863–1930), gerado pelo chatGPT
sábado, 25 de julho de 2026
Murais de solidariedade internacionalista (25) - em Orgosolo
* Victor Nogueira
De volta à Sardenha e ao coração da Barbagia! Este é um plano detalhado de um dos cartazes mais icónicos que compõem o muralismo histórico de Orgosolo (desenhado originalmente por Francesco Del Casino). Ele sintetiza o espírito da revolta pacífica de Pratobello em 1969.
Auto-retrato e variações 29 - Banda Desenhada 04
* Victor Nogueira
Personagens de BD gerados pelo Google Gemini, a partir dum auto-retrato de minha autoria, estilo João Abel Manta, Harold Foster, manga, José Luís Salinas (série Cisco Kid), Jean-Claude Mézières (série Valérian e Laureline) e Uderzo
sexta-feira, 24 de julho de 2026
Murais de Abril (34) - Onde está a Liberdade? A resposta está em cinco novos murais em Lisboa
* Inês Belo e Marcos Borga Repórter Fotográfico
Na sua intervenção, António Alves reproduziu momentos históricos destes 50 anos: o fim do Estado Novo, a espontaneidade popular do 25 de Abril representada pela manifestação dos moradores do Bairro da Liberdade, as primeiras páginas dos jornais
Assinalando os 50 anos de Abril, a Galeria de Arte Urbana de Lisboa convidou cinco artistas de diferentes gerações a fazer um mural. A sua resposta à pergunta “Onde está a Liberdade?” está espalhada na cidade
25.09.2024
Subindo a Avenida Calouste
Gulbenkian, em direção à Praça de Espanha, ter-se-á a melhor perspetiva do
mural de António Alves. Teve o “privilégio” de viver o 25 de Abril de 74,
conta-nos, abstraindo o olhar como se fosse de novo o jovem adolescente que, naquele
dia, saiu bem cedo da Margem Sul para vir trabalhar para Lisboa e foi
surpreendido com a Revolução na rua. Nessa altura, com 17 anos, já tinha como
referência as pichagens de rua com frases contra a Guerra Colonial.
Depois, foi muralista no PREC e hoje, aos 67 anos, continua a andar com latas
de tinta na mochila para poder desabafar na parede.
António Alves é um dos cinco
convidados da iniciativa 5 Décadas, 5 Artistas, 5 Murais promovida
pela Galeria de Arte Urbana (GAU) da Câmara Municipal de Lisboa, que assinala
os 50 anos da Revolução dos Cravos. O convite, explica o coordenador da GAU,
Hugo Cardoso, foi lançado a artistas com percursos representativos das cinco
décadas da história da arte urbana em Portugal, desafiando-os a refletir sobre
a pergunta “Onde está a Liberdade?”. Além de António Alves (anos
70/80), participaram Youth One (anos 90, o início do graffiti), ±MAISMENOS±
(anos 2000, entrada da street art nas galerias de arte), Kruella D’Enfer (anos
2010, afirmação das mulheres na arte urbana) e Arisca (anos 2020, sangue novo
no feminino).
Tinta plástica, latas de spray, stencil, cada artista escolheu os materiais para dar forma e cor às suas reflexões em muros e empenas que vão dos 80 aos 180 metros quadrados. Uns reproduziram à mão os desenhos em quadrículas, outros optaram por projetá-los nas paredes e depois subir na grua para fazer os contornos. As intervenções encontram-se dispersas na malha de Lisboa, formando uma coroa que passa por Campolide, Areeiro, Alfama e Castelo.
Fique a conhecer, em primeira
mão, as principais histórias da edição que chega às bancas no dia seguinte
Parte inferior do formulário
António Alves
Na sua intervenção, reproduziu
momentos históricos destes 50 anos: o fim do Estado Novo, a espontaneidade
popular do 25 de Abril representada pela manifestação dos moradores do Bairro
da Liberdade, as primeiras páginas dos jornais, a independência das ex-colónias,
as feministas que se manifestam pelos seus direitos. O mural termina com a
palavra Liberdade. Está enevoada, um sinal dos tempos mas também de que há
esperança. Cç. dos Mestres / Av. Calouste Gulbenkian
Youth One
Para Adalberto Brito (Youth One),
o 25 de Abril representou uma oportunidade de vida, após a família ter perdido
tudo em Angola, fugindo à Guerra Colonial. Este seu percurso está refletido na
empena de um prédio no Bairro da Liberdade. Mulheres e homens dão expressão ao
passado e ao presente. O futuro, repleto de desafios, escolhas, anseios, fica
por conta de uma criança. Bairro da Liberdade, Rua B, 1
±MAISMENOS±
Recorrendo a um teste de acuidade
visual – no qual a leitura se torna mais difícil à medida que as letras vão
diminuindo –, Miguel Januário (±MAISMENOS±) manifesta o seu ceticismo quanto ao
cumprimento dos valores de Abril. Passaram-se 50 anos, mas isso não é o mais
importante. A Liberdade é o bem maior e, para continuarmos a ser livres, é
preciso ter visão. Estaremos todos míopes? O melhor será fazer o teste. Av.
Gago Coutinho, 3
Kruella D’Enfer
No Teatro Taborda, Ângela
Ferreira (Kruella D’Enfer) criou um labirinto onírico em que os conceitos de
teatro e de liberdade se entrelaçam. Para a artista visual e ilustradora,
nascida em 1988 em Tondela, ambos estão ligados enquanto meios de expressão e
reflexão social. O muro traça o caminho onde surgem máscaras, cravos, uma
pomba, que tanto podem ser contemplados de perto como decifrados do miradouro
da Graça. Teatro Taborda, R. Costa do Castelo, 75
Arisca
Com 31 anos, é a mais nova desta
mão-cheia de artistas. A Inês Arisca, nascida no Porto, coube trabalhar duas
empenas, situadas frente a frente, que se confrontam e ao mesmo tempo se
complementam. De um lado, o conhecimento (“não existe liberdade sem a busca de
conhecimento”), do outro, o afeto e a empatia (“é quase revolucionário, neste
mundo individualista e violento em que vivemos”). Este é o seu primeiro
trabalho, em nome próprio, em Lisboa. R. dos Caminhos de Ferro, 58 e 66











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